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Banca de QUALIFICAÇÃO: LUIZ CARLOS SANTOS JUNIOR

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LUIZ CARLOS SANTOS JUNIOR
DATA: 07/07/2022
HORA: 14:00
LOCAL: Sala Google Meet
TÍTULO: Eficácia dos tratamentos farmacológicos para sialorreia em pacientes com Doença de Parkinson: revisão sistemática e metanálise em rede
PALAVRAS-CHAVES: Doença de Parkinson; Hipersalivação; Usos terapêuticos; Metanálise em Rede.
PÁGINAS: 52
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Odontologia
RESUMO:

Muitos pacientes com Doença de Parkinson (DP) apresentam sialorreia. Alguns tratamentos farmacológicos têm sido utilizados para o manejo da sialorreia, mas ainda não há uma síntese destes resultados indicando a melhor intervenção para controlar a sialorreia na DP. A presente revisão sistemática e metanálise em rede de ensaios clínicos randomizados (ECRs) visou estabelecer se existem diferenças baseadas em evidências entre os agentes farmacológicos utilizados para controlar a sialorreia na DP. Os autores pesquisaram nas bases de dados: MEDLINE via PubMed, EMBASE, Scopus, Web of Science, e Cochrane Library para ensaios clínicos. Ensaios não publicados foram pesquisados no clinicaltrials.gov e no Registo Brasileiro de Ensaios Clínicos. Foram registradas as médias e os desvios-padrões das alterações no fluxo salivar e da perda não intencional de saliva relatada pelos participantes devido às intervenções. Os autores analisaram 13 ECRs. Em comparação com o placebo, ambos os tipos de toxina botulínica reduziram efetivamente o fluxo salivar e a gravidade/frequência da perda não intencional de saliva. No entanto, a metanálise em rede não mostrou diferença entre os tipos de toxina botulínica. O brometo de ipatrópio e o glicopirrolato não diferiram do placebo. As evidências indiretas mostraram que o ipatrópio teve resultados semelhantes aos obtidos com os dois tipos de toxina botulínica. A ferramenta CINeMA estimou a qualidade da evidência como muito baixa para a maioria das comparações. O melhor tratamento para a sialorreia em pacientes com DP ainda não está totalmente elucidado. Portanto, são necessários ensaios clínicos randomizados melhor conduzidos para aumentar o nível de evidência.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ALESSANDRA MUSSI RIBEIRO
Externo ao Programa - 1698148 - ENILTON APARECIDO CAMARGO
Presidente - 1213791 - LUIZ CARLOS FERREIRA DA SILVA

Notícia cadastrada em: 23/06/2022 10:06
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