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Banca de QUALIFICAÇÃO: AMELIA SANTANA BARBOSA GONCALVES

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: AMELIA SANTANA BARBOSA GONCALVES
DATA: 09/05/2016
HORA: 14:00
LOCAL: A definir
TÍTULO: EFEITO DO CONTATO SOCIAL NA RESPOSTA NOCICEPTIVA E TIPO ANSIEDADE DURANTE A DOR INFLAMATÓRIA DE RATOS
PALAVRAS-CHAVES: analgesia; componente afetivo; empatia; interação social; sistema nervoso central.
PÁGINAS: 1
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Fisiologia
RESUMO:

O componente afetivo-motivacional da dor refere-se aos efeitos da vivência da dor sobre emoções e comportamento. Estudos defendem que o contato social induz alterações nas respostas nociceptivas, bem como em respostas afetivas incluindo ansiedade. Assim, o nosso objetivo foi avaliar o efeito do contato social na dor inflamatória e no comportamento tipo-ansiedade induzido pela dor em ratos. Foram utilizados 71 ratos Wistar, com 2 a 3 meses de idade. No experimento I foi avaliado o comportamento do rato residente durante o contato com animais controle (CONT; N = 8) ou com dor inflamatória (FORM, N = 7). Para tanto, foram medidos o tempo de latência para o primeiro contato e a duração do contato ao longo de 20 min. A latência do primeiro contato do animal residente com os animais do grupo FORM foi significativamente menor comparado ao grupo CONT. Por outro lado, a duração do contato com o grupo FORM foi maior que o grupo controle. Além disso, a duração do contato no grupo FORM foi maior, comparado ao grupo CONT, nos intervalos de 0 -5 e 15 – 20 min. Esses dados sugerem a existência da empatia para a dor nos animais residentes. No Experimento II foi avaliado o efeito do contato social no comportamento álgico de ratos submetidos ao teste de formalina.Os animais foram divididos em 02 grupos: Formalina Isolado (FI, N=8) que receberam formalina e em seguida foram isolados e grupo Formalina Contato (FC, N=8) que receberam formalina e em seguida tiveram contato com os animais da caixa onde residiam. Após 20 minutos na condição contato ou isolamento, os animais foram colocados na caixa de observação e as respostas nociceptivas foram avaliadas por 40’. Os animais do grupo FC apresentaram analgesia nos primeiros 5 minutos desse intervalo de tempo. No Experimento III foram avaliadas as respostas tipo-ansiedade com auxílio da placa perfurada.Assim, 35 ratosforam divididos em 5 grupos: Grupo formalina-isolado (FI, N=7): os animais receberam injeções de formalina, foram isolados e após 20’ minutos submetidos aos testes; Grupo formalina-contato (FC, N=7): os animais receberam injeções de formalina e retornaram, a condição de contato e após 20’ minutos foram submetidos aos testes; Grupo controle–isolado (CI, N=7): os animais foram isolados e após os 20’ minutos foram submetidos aos testes; Grupo controle–contato (CC, N=7): os animais da caixa que tiveram contado com o animal do grupo FC foram submetidos aos testes e; Grupo Controle-controle (C, N=7): os animais deste grupo foram submetidos diretamente aos testes. Os resultados da Placa Perfurada e do Campo Aberto não mostraram diferença significativa entre os grupos. Os resultados sugerem que ratos são capazes de identificar condições de dor inflamatória em outros ratos e adotar comportamentos ativos direcionados ao animal com dor. Além disso, o contato social entre animais da mesma colônia foi capaz de reduzir a dor inflamatória.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1333720 - DANIEL BADAUE PASSOS JUNIOR
Interno - 1763997 - JOSE RONALDO DOS SANTOS
Presidente - 1656787 - JOSIMARI MELO DE SANTANA
Notícia cadastrada em: 18/04/2016 15:37
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