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Banca de DEFESA: YRNA LORENA MATOS DE OLIVEIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: YRNA LORENA MATOS DE OLIVEIRA
DATA: 23/08/2019
HORA: 09:00
LOCAL: Mini-auditório do CCBS - Campus São Cristóvão.
TÍTULO: Incidência, Diversidade Molecular e Potencial Patogênico de Acanthamoeba spp. Isoladas de Ambientes Aquáticos do Estado de Sergipe
PALAVRAS-CHAVES: Amebas de vida livre; ambientes aquáticos; Acanthamoeba; PCR; genotipagem
PÁGINAS: 68
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Parasitologia
SUBÁREA: Protozoologia de Parasitos
RESUMO:

Acanthamoeba é uma ameba de vida livre com ampla dispersão ambiental, presente nos mais variados ambientes, causando eventualmente graves patologias em seres humanos e animais, como a encefalite amebiana granulomatosa e a ceratite amebiana. Diferentes espécies de Acanthamoeba foram descritas e atualmente são classificadas em 21 diferentes genótipos, com base em sequências do 18S rDNA. Um dos fatores relacionados à patogenia e virulência de Acanthamoeba consiste na capacidade desta de sobreviver a altas temperaturas e osmolaridade, bem como a capacidade de secretar proteases, que parecem estar envolvidas na patogênese da infecção. O objetivo desse trabalho foi avaliar a incidência e diversidade molecular de Acanthamoeba spp. em ambientes aquáticos naturais do estado de Sergipe-Brasil e determinar o potencial patogênico das amostras isoladas. Coletaram-se 138 amostras de 69 coleções aquáticas em 28 municípios sergipanos. As placas positivas para AVL foram submetidas a sucessivos subcultivos para obtenção de trofozoítos e, posteriormente, extração do DNA. A PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) foi realizada utilizando primers gerais para AVL e Acanthamoeba, sendo que os produtos da PCR para Acanthamoeba foram sequenciados. Para determinar o potencial patogênico dos isolados foram realizados o testes de osmo e termotolerância. A determinação da atividade proteolítica foi realizada utilizando meio condicionado com azocaseína e inibidores de proteases como PMSF (fluoreto de metilfenilsulfonil) e E-64 (trans-epoxisuccinil-L-leucilamido- (4-guanidino) butano). A partir da análise das placas, observou-se uma positividade para AVL de 74% (51/69 ambientes). A PCR apresentou positividade de 88% (45/51) para AVL e de 49% (25/51) para o gênero Acanthamoeba. A análise da sequência 18S do rDNA revelou que entre os 25 isolados estudados, 20 (80%) foram classificados como pertencentes ao genótipo T4, um isolado como T2, um isolado como T3 e um isolado como T5. O genótipo dos outros dois isolados não foi identificado. Além disso, dez isolados cresceram na concentração de 0,5 M e sete isolados cresceram em meio hiperosmolar (1,0 M de manitol), sendo estes classificados como potencialmente patogênicos, bem como dois isolados (32 e 36) apresentaram crescimento à temperatura de 37°C. A partir da avaliação da atividade proteolítica realizada em 9 isolados de Acanthamoeba sp. que apresentaram algum tipo de potencial patogênico, observamos que apenas 2 isolados (15 e 17) mostraram maior atividade proteolítica. Esses resultados confirmam a presença das AVL do gênero Acanthamoeba nos amebientes aquáticos dos municípios sergipanos, bem como inferem o potencial patogênico dos isolados estudados.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - CARINA DA SILVA PINHEIRO
Externo ao Programa - 681.554.926-72 - LUCIANA MARIA DE OLIVEIRA
Presidente - 1703964 - SILVIO SANTANA DOLABELLA

Notícia cadastrada em: 25/07/2019 19:53
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