A UFS preocupa-se com a sua privacidade

A UFS poderá coletar informações básicas sobre a(s) visita(s) realizada(s) para aprimorar a experiência de navegação dos visitantes deste site, segundo o que estabelece a Política de Privacidade de Dados Pessoais. Ao utilizar este site, você concorda com a coleta e tratamento de seus dados pessoais por meio de formulários e cookies.

Ciente
Notícias

Banca de QUALIFICAÇÃO: MARIANNA DE CARVALHO CLÍMACO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIANNA DE CARVALHO CLÍMACO
DATA: 18/08/2016
HORA: 09:00
LOCAL: Mini Auditório do CCET/UFS
TÍTULO: Atividade amebicida de substâncias tipo bacteriocinas frente à trofozoítos de Acanthamoeba castellani e A. polyphaga
PALAVRAS-CHAVES: Acanthamoeba, ameba de vida livre, bacteriocina.
PÁGINAS: 30
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Parasitologia
SUBÁREA: Protozoologia de Parasitos
RESUMO:

Amebas de vida livre são protozoários comumente encontrados em diversos ambientes. Entre os de interesse médico, Acanthamoeba é responsável por causar a encefalite granulomatosa amebiana e a ceratite amebiana. A primeira é uma doença de curso fatal que acomete o sistema nervoso central, enquanto que a última é caracterizada por uma infecção da córnea que pode evoluir para cegueira. Apesar dos avanços na quimioterapia antimicrobiana, as infecções por Acanthamoeba permanecem significativas. As bacteriocinas são peptídeos sintetizados por algumas bactérias, cuja função principal é impedir o crescimento de espécies competidoras. Atualmente estas moléculas têm chamado atenção como potenciais novos antimicrobianos, devido a sua atividade microbicida, estabilidade e baixa toxicidade para o homem. O objetivo deste estudo é analisar o efeito de dois tipos de bacteriocinas, a nisina e a pediocina, em trofozoítos de Acanthamoeba castellanii e Acanthamoeba polyphaga. O primeiro passo do estudo foi determinar a DL50 da nisina em A. castellanii, através de ensaios de inibição. Para isto, 8 x 104 trofozoítos em fase logarítmica de crescimento foram distribuídos em placas de cultivo celular de 24 poços contendo 2 mL de meio de cultura PYG por poço associado às concentrações de 500, 1000, 2000, 3000, 4000, 6000 e 7000 UI/ml de nisina. Para estas concentrações foram observados percentuais de inibição de 12, 22, 32, 37, 51, 58 e 64%, respectivamente, com uma DL50 de 4131 UI/ml. Para A. polyphaga, concentrações de 500, 1000, 2000, 3000, 4000 e 6000 UI/ml de nisina foram incapazes de inibir significantemente o crescimento dos trofozoítos, tornando a determinação da DL50 inviável. Em teste piloto realizado com A. castellanii, concentrações de 10, 15, 20 e 30µg/ml de pediocina inibiram o crescimento dos trofozoítos em 11, 13, 41 e 53%, respectivamente. No entanto, mais testes com a pediocina são necessários para corroborar estes dados. Os resultados obtidos até o momento mostram-se relevantes no que diz respeito ao desenvolvimento de novos fármacos, sendo ainda necessário investigar a citotoxicidade dos compostos em células de mamíferos, verificar suas vias de ação através da citometria de fluxo e observar modificações ultraestruturais dos trofozoítos expostos às bacteriocinas estudadas através de microscopia eletrônica de transmissão.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2213089 - RICARDO SCHER
Externo ao Programa - 2337777 - ROGERIA DE SOUZA NUNES
Presidente - 1703964 - SILVIO SANTANA DOLABELLA

Notícia cadastrada em: 28/07/2016 08:51
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS - - | Copyright © 2009-2023 - UFRN - ema2.ema2 v3.5.16 -r18277-8067e35817