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Banca de DEFESA: SILVANA CECILIA VEGA GONZALEZ

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: SILVANA CECILIA VEGA GONZALEZ
DATA: 31/07/2015
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do PRODEMA
TÍTULO: Ecoepidemiologia da Esquistossomose Mansônica em uma Comunidade Rural do município de Malhador, Sergipe DO MUNICÍPIO DE MALHADOR, SERGIPE
PALAVRAS-CHAVES: Esquistossomose mansoni; epidemiologia; comunidades rurais; saneamento
PÁGINAS: 70
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Parasitologia
RESUMO:

O objetivo do estudo foi a descrição e análise das características ecoepidemiológicas da Esquistossomose mansônica em uma comunidade rural do município de Malhador, Sergipe. Para tanto foram elaborados dois artigos científicos. No primeiro, intitulado “Ecoepidemiologia da Esquistossomose Mansônica em uma Comunidade Rural de Malhador, Sergipe”, foram descritas as características ecoepidemiológicas da Esquistossomose mansônica em uma comunidade rural do município de Malhador, para compreender a distribuição espacial da infecção. Métodos: Foi realizado um estudo epidemiológico de corte transversal, a partir de dados primários resultantes de inquéritos malacológico e coproscópico. Aplicou-se um questionário para avaliar as variáveis epidemiológicas de interesse. Na análise dos dados descritivos utilizou-se o programa BioEstat (versão 5.0). A análise espacial da distribuição da infecção na localidade estudada foi realizada através do programa TerraView 4.2.0 utilizando-se o estimador de intensidade Kernel. A análise estatística foi realizada através dos testes Qui-Quadrado e Regressão Logística Múltipla. Resultados: No inquérito censitário, participaram 95 pessoas. A prevalência foi de 45%. Quanto à carga parasitária prevaleceu a infecção leve (53,49%), seguida de moderada (37,1%) e alta (9,30%). Das variáveis epidemiológicas dicotômicas analisadas destacam-se tempo de moradia (OR = 11,5114), grau de contato com água (OR = 3,9383), conhecimento sobre a doença (OR = 2,0148) e gênero (OR = 1,5141). Foram detectados e georreferenciados nove criadouros, e um total de 187 caramujos foram coletados, analisados e não se encontravam positivos. No segundo artigo, intitulado “Condições de Saneamento Relacionadas à Ocorrência da Esquistossomose Mansônica numa Comunidade Rural de Sergipe”, foi descrita e analisada a situação epidemiológica da Esquistossomose mansônica enfatizando as condições de saneamento. A metodologia baseou-se na coleta de dados através da aplicação de questionário sobre fatores demográficos, educacionais, sócio-ambientais e ao contato com águas. 105 moradores que realizaram exame coproscópico em 2012 responderam o questionário. 55,2% deles tinha exame positivo, destes 49% relataram não haver tomado a medicação específica para o tratamento da doença. Relacionado ao conhecimento sobre EM, 76,2% relatou não ter nenhum conhecimento. A localidade não possui abastecimento de água encanada, e 69% dos habitantes da localidade infectados tiveram um grau de contato com águas naturais intenso. Do total, 51% da população declarou não possuir instalações sanitárias. Conclui-se que a ocupação desordenada e precária da região, sem que existam as condições de saneamento básico necessárias, propicia ambientes favoráveis à transmissão da doença. Constatou-se que o conhecimento sobre a EM é de fundamental importância para que a própria população possa contribuir no processo de controle do ciclo de transmissão da doença, sendo, portanto, partícipes na construção de melhores condições para sua própria saúde.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1347234 - KARINA CONCEICAO GOMES MACHADO DE ARAUJO
Interno - 1897681 - LUCIANE MORENO STORTI DE MELO
Externo ao Programa - 1787754 - LUCIENE BARBOSA

Notícia cadastrada em: 16/07/2015 21:00
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