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Banca de DEFESA: MARIANA GOVEIA MELO RIBEIRO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIANA GOVEIA MELO RIBEIRO
DATA: 29/08/2014
HORA: 09:00
LOCAL: Sala 01 do Prodema
TÍTULO: Pesquisa e Genotipagem do Papilomavirus Humano (HPV) em Mucosa Oral de Pacientes do Estado de Sergipe
PALAVRAS-CHAVES: Papilomavírus Humano; Lesões oral; mucosa oral; Reação em Cadeia de Polimerase; Brasil.
PÁGINAS: 85
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Microbiologia
SUBÁREA: Microbiologia Aplicada
ESPECIALIDADE: Microbiologia Médica
RESUMO:

A infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV) é a doença viral sexualmente transmissível mais prevalente no mundo. Suas infecções podem variar de assintomáticas à indução de Carcinomas de Células Escamosas. Entre os agentes infecciosos associados ao câncer oral, tem-se discutido a correlação da infecção por HPV em mucosa oral e o desenvolvimento e/ou agravamento das lesões. O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência do HPV e seus genótipos em pacientes com lesão oral e em mucosa oral saudável de usuários e não-usuários de drogas no estado de Sergipe-Brasil através da técnica da PCR. Foram avaliados 39 pacientes com idade entre 2 e 83 anos, com lesões clinicamente detectáveis ​​na mucosa oral e 106 pacientes com mucosa oral saudável entre 11 e 79 anos. As amostras foram coletadas por esfoliação da mucosa oral. Para o controle de qualidade da extração de DNA foi utilizado PCR para beta-globina. DNA-HPV foi detectado utilizando primers MY09/MY11 e GP5+/GP6+. A genotipagem foi realizada através de multiplex-PCR com primers específicos para os tipos virais 6, 16 e 18Nosso estudo detectou o vírus em todos os tipos de lesões avaliadas. A prevalência do HPV foi de 76,92% (30/39) nos pacientes com lesões orais. O tipo viral mais frequente foi o HPV-6, presente em 56,67% (17/30), seguido do HPV-18 em 26,67% (8/30) e do HPV-16 em 6,67% (2/30). Resultados positivos foram encontrados em 83,02% (88/106) dos pacientes com mucosa oral sadia. O tipo viral mais frequente foi o HPV-6, presente em 45,45% (40/88), seguido do HPV-18 em 35,23% (31/88) e do HPV-16 em 4,49% (4/88). Entre usuários de múltiplas drogas 86,67% (52/60) foram positivos e múltiplas infecções por HPV foram identificadas em 23,08% (12/52). Entre os "não usuários" a prevalência foi de 78,26% (36/46). Uma alta prevalência de HPV foi encontrada no estudo, tanto em lesões orais quanto em mucosas saudáveis. As taxas de detecção do vírus em cavidade oral variam acentuadamente no mundo e tornam a relação do HPV com o processo de carcinogênese oral ainda controversa. Isso faz necessária a realização de estudos adicionais que avaliem o papel do Papilomavírus Humano no desenvolvimento de lesões na mucosa oral. Há poucos dados disponíveis sobre a frequência de infecção oral por HPV na população brasileira e especialmente entre usuários de drogas. Novos estudos sobre a prevalência do HPV entre usuários de drogas são necessários para melhor compreensão da sua exposição ao vírus e o desenvolvimento de estratégias de prevenção.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - MÁRCIA GUIMARÃES DA SILVA
Interno - 426673 - RICARDO QUEIROZ GURGEL
Presidente - 1703964 - SILVIO SANTANA DOLABELLA

Notícia cadastrada em: 07/08/2014 16:41
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