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Banca de DEFESA: ALICE CONRADO DE SOUZA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ALICE CONRADO DE SOUZA
DATA: 28/02/2019
HORA: 14:30
LOCAL: SALA 12 DIDÁTICA VI
TÍTULO: COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO FÍSICO E RECUPERAÇÃO MUSCULAR ENTRE VEGETARIANOS E ONÍVOROS
PALAVRAS-CHAVES: vegetariano; vegano; capacidades físicas; dano muscular; função muscular
PÁGINAS: 89
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Educação Física
RESUMO:

A literatura não apresenta consistência quanto aos benefícios que a dieta

vegana (VEGAN) e ovolactovegetariana (OVLA) podem provocar para o

desempenho físico. Além disso, por VEGAN possuir baixa ingestão habitual de

proteínas e aminoácidos, que são benéficos para recuperação após a dano

muscular induzido por exercício (DMIE), pode ser prejudicial para a recuperação de

atletas e praticantes de exercício. O objetivo deste trabalho é comparar o

desempenho físico entre indivíduos fisicamente ativos aderentes a dieta OVLA,

VEGAN e onívora (ONI) e a recuperação do DMIE entre alimentação VEGAN e

ONI. Por isso foram desenvolvidos dois estudos. No estudo 1,

ovolactovegetarianos, veganos e onívoros executaram testes de capacidade

aeróbica, força e potência muscular; e responderam a recordatório alimentar para

avaliação dietética. Houve diferença na ingestão energética (ONI: 1801 ± 377 vs.

VEGAN: 2430 ± 632 kcal) e proteica (ONI: 1,73 ± 0,47 vs OVLA: 1,6 ± 0,39 vs

VEGAN: 0,86 ± 0,35 g/kg de peso). VEGAN, OVLA e ONI apresentaram diferenças

nos testes de força (i.e. força dinâmica máxima: 62 ± 25 vs 70 ± 12 vs 60 ± 27 kg),

potência muscular (43,83 ± 7,41 vs 46,21 ± 10,28 vs 46,34 ± 11,99 cm) e

capacidade aeróbica (15,82 ± 1,45 vs 15,62 ± 2,31 vs 14,48 ± 2,17 Km/h). No

estudo 2, quatorze veganos e onívoros passaram por um protocolo de DMIE e

foram avaliados antes, imediatamente após, 24, 48 e 72h com testes de salto

vertical com contra movimento (Countermovement jump – CMJ), amplitude de

movimento (ADM), concentração de creatina quinase (CK) e lactato desidrogenase

(LDH), dor muscular tardia (DMT) e circunferência da coxa (CCx). A dieta VEGAN

apresentou redução de 4% no CMJ, enquanto ONI aumentou o salto em 6%. E

maior DMT foi encontrada para VEGAN nas 24h e 72h após DMIE (p ≤ 0,05). Houve

menor ingestão de proteínas e aminoácidos pelos veganos (ONI: 128,94 ± 45,58

vs. VEGAN: 56,88 ± 13,22). Contudo, a condição física de OVLA e VEGAN não é

afetada pela ingestão diferenciada de nutrientes. No entanto, ao submeter a DMIE,

VEGAN pode apresentar prejuízos na recuperação muscular.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2571568 - RAQUEL SIMOES MENDES NETTO
Interno - 1546651 - MARCOS BEZERRA DE ALMEIDA
Externo ao Programa - 1632071 - DANIELLE GOES DA SILVA
Notícia cadastrada em: 22/02/2019 15:02
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