Notícias

Banca de DEFESA: JOSIVAN ROSA SANTOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSIVAN ROSA SANTOS
DATA: 28/01/2016
HORA: 09:00
LOCAL: Sala 4 Didática 6
TÍTULO: ENVELHECIMENTO, PERCEPÇÃO DE SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA EM GRUPOS DE CONVIVÊNCIA DO BAIXO SÃO FRANCISCO SERGIPANO
PALAVRAS-CHAVES: Epidemiologia do Envelhecimento. Qualidade de vida. Percepção de saúde
PÁGINAS: 37
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Educação Física
RESUMO:

INTRODUÇÃO: o crescimento populacional de idosos tem promovido amplas discussões em torno impacto social e proposições acerca da epidemiologia do envelhecimento. O envelhecimento provoca a redução das funções vitais, dos níveis de saúde e mobilidade podendo ser um fator de agravo à qualidade de vida do idoso. OBJETIVO: identificar o nível de atividade física, a percepção de saúde e qualidade de vida em idosos participantes de grupo de convivência do Baixo São Francisco Sergipano. MÉTODOS: o estudo é uma pesquisa epidemiológica descritiva e transversal. A população foi composta de idosas participantes de grupos de convivência ligados ao CRAS/CREAS. A amostra foi composta por 184 idosas de 11 municípios do Território Baixo São Francisco (SE), com idade de 69±7,16 anos. Utilizou-se os questionários ABEP, WHOQOL-BREF e IPAQ para descrição do nível socioeconômico, a percepção de qualidade de vida e satisfação com a saúde, e níveis de atividade física. Foi utilizada a Regressão logística binária com estimador robusto com nível de significância de 5% organizada em modelos univariados e multivariados. Para tratamento estatístico foi utilizado o SPSS versão 22. RESULTADOS: os principais resultados indicam que os baixos níveis de escolaridade e renda não interferem de forma negativa na percepção de saúde e Qualidade de vida (p=0,271). A utilização de medicamentos (p=0,03) e limitações motoras para doenças relatadas (p=0,02) interferem de forma negativa na percepção de saúde e qualidade de vida. O nível de atividade física não houve diferença significativa, 50,5% apresentaram bons níveis de atividade física. CONCLUSÃO: as relações sociais em grupos de convivência são fatores que favorecem a melhoria da autoestima e a percepção positiva na promoção da saúde e qualidade do idoso, por meiodo envelhecimento ativo, sendo, uma prática a ser considerada como medida de saúde pública em relação a sua sistemática, planejamento e intervenção no processo de envelhecimento.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2297369 - ROBERTO JERONIMO DOS SANTOS SILVA
Externo ao Programa - 1694328 - WELLINGTON BARROS DA SILVA
Externo à Instituição - DIEGO AUGUSTO SANTOS SILVA
Notícia cadastrada em: 19/01/2016 11:38
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS - - | Copyright © 2009-2020 - UFRN - fragata3.fragata3 v3.5.16 -r12646-2c874e3307