UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 23 de Setembro de 2020


PROCFIS

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

Notícias

Banca de DEFESA: SABRINA MENDES SILVA ARAUJO
18/09/2020 09:59


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: SABRINA MENDES SILVA ARAUJO
DATA: 24/09/2020
HORA: 14:00
LOCAL: Online
TÍTULO: Desenvolvimento, caracterização e avaliação da atividade antitumoral do extrato hidroetanólico de Passiflora alata Curtis encapsulado em lipossomas híbridos
PALAVRAS-CHAVES: Câncer; Lipossomas; Sarcoma 180; Nanopartículas; Passiflora alata.
PÁGINAS: 70
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Fisiologia
RESUMO:

O câncer é uma das doenças mais temidas dos últimos anos e avança de formaprogressiva no século XXI. É uma doença multifatorial caracterizada por mutaçõesgenéticas e alterações epigenéticas, que podem ser desencadeadas por fatoresambientais e comportamentais relacionado ao estilo de vida. Atualmente, váriasnanodrogas antitumorais estão sendo testadas em ensaios clínicos e pré-clínicos, emostram-se promissoras no quesito terapia e diagnóstico. Este projeto tem comoobjetivo desenvolver biotecnologicamente e avaliar o efeito do extrato hidroetanólicodas folhas de Passiflora alata Curtis encapsulado em lipossomas híbridos (LHPA) sobrea atividade citotóxica in vivo em animais portadores de sarcoma 180. A Passiflora alatafoi submetida à extração, e encapsulada em lipossomas unilamerares. As nanopartículasforam caracterizadas quanto ao tamanho, índice de polidispersidade e carga superficial(potencial zeta) por espalhamento dinâmico de luz. A morfologia das partículas obtidasfoi avaliada por microscopia eletrônica de varredura (MEV). A atividade antitumoral invivo dos lipossomas híbridos de Passiflora alata foi analisada utilizando camundongosSwiss transplantados com tumor sólido (S180). Os animais foram inoculados comtumor S180 (2 x 10 6 células/0,5 mL/camundongo) por via subcutânea. Para avaliar oefeito do LHPA sobre o crescimento tumoral, um dia após a inoculação do tumor foiinstituído o tratamento por 7 dias consecutivos, por via intraperitoneal (i.p.) ou oral. Umdia após o término do tratamento os animais foram eutanasiados, e em seguida feito acoleta do sangue periférico, e subsequente ressecção dos órgãos e tumores, paraposteriores análises laboratoriais. As médias foram obtidas a partir de dados comdistribuição gaussiana, e foram comparadas entre si por meio de análise de variância(ANOVA), seguido de teste de comparações múltiplas de Tukey. Diferenças entremédias foram consideradas significativas quando p < 0,05. Foi observado que o LHPA,após administração por via i.p., inibiu o crescimento tumoral em 68,08 e 83,44% nasdoses de 50 e 100 mg/kg/dia, respectivamente, o grupo controle negativo (DMPC) teveinibição igual a 0, o quimioterápico 5-fluorouracil foi utilizado como controle positivonesta fase de testes. A atividade antitumoral do LHPA também foi analisada apósadministração por via oral frente ao modelo S180, evidenciando que o LHPA nas dosesde 100 e 200 mg/kg/dia apresentou percentual de inibição de 55,15 e 65,85%, nestaordem, controle negativo apresentou inibição igual a 0. Desta forma, as nanopartículasLHPA apresentaram valores expressivos de inibição tumoral por distintas vias deadministração testadas.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1893534 - ADRIANA ANDRADE CARVALHO
Externo à Instituição - ANDREA YU KWAN VILLAR SHAN
Interno - 2335200 - CHARLES DOS SANTOS ESTEVAM

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