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Banca de QUALIFICAÇÃO: BETÂNIA CABRAL ACIOLE BOMFIM

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: BETÂNIA CABRAL ACIOLE BOMFIM
DATA: 13/07/2018
HORA: 14:30
LOCAL: Sala 01 do Polo de Gestão - UFS São Cristovão
TÍTULO: PAPEL DO CCR4 NO REPARO ÓSSEO ALVEOLAR EM CAMUNDONGOS.
PALAVRAS-CHAVES: osteogênese, inflamação, imunologia, CCR4, alvéolo dental, camundongos.
PÁGINAS: 53
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

Introdução: O processo do reparo ósseo depende de mecanismos queenvolvem o sistema ósseo e imunológico. Entender como ocorre essa relaçãose torna fundamental para o restabelecimento da homeostasia tecidual erecuperação das suas funções, ou para possibilitar terapias reabilitadoras.Durante o reparo ósseo ocorrem respostas imune/inflamatórias envolvendoleucócitos, como células de linhagem monócitos/macrófagos, citocinas e seusreceptores. O receptor CCR4 é importante no recrutamento de linfócitos Th2 (Thelper 2) durante respostas imunes, e se liga em alta afinidade aos ligandosCCL17 e CCL22. Essa expressão de CCR4 em células T traz interesse eminvestigar o papel deste receptor na imunidade inata durante o reparo ósseo, jáque os linfócitos T ativados podem ser fontes de ativação de RANKL e a partirdaí, interferir na osteoclastogênese e, portanto, no reparo ósseo. Assim, oobjetivo desse estudo é avaliar o papel do CCR4 no processo de reparo ósseoalveolar pós-exodontia do incisivo superior direito de camundongos.Metodologia: Para isso, foram utilizados 40 camundongos divididos em doisgrupos (grupo controle - C57 BI/6 WT) e CCR4KO (grupo experimental -deficiente para o receptor CCR4) e analisados quanto ao reparo ósseo alveolarnos períodos de 0, 7, 14 e 21 dias pós-exodontia. Amostras foram submetidasao processamento histológico e analisadas ao microscópio óptico paracaracterização histomorfométrica. Resultados: Como resultado geral dasanálises histológicas, constatamos que a ausência de CCR4 não afetou oresultado final do reparo ósseo alveolar em camundongos CCR4KO, quetiveram cinética de expressão semelhante ao do grupo controle. Na análisehistomorfométrica, os resultados mostram maior densidade de coágulo nogrupo CCR4KO no período de 0 hora (p< 0,05); como também mais célulasinflamatórias no período de 7 dias comparado ao controle (p< 0,05). Houve nogrupo CCR4KO uma menor densidade de vasos nos períodos de 7, 14 e 21dias, porém com aumento gradativo nos dois grupos (p< 0,05). Quanto adensidade de fibras houve redução gradual no grupo CCR4KO a partir doperíodo de 7 dias com diferença estatística com o grupo controle (p< 0,05), oque também aconteceu com a densidade de fibroblastos que foi menor nosperíodos de 7, 14 e 21 no grupo CCR4KO. Houve também uma diferençasignificativa na formação óssea, onde o grupo CCR4KO teve densidade deárea de tecido ósseo maior nos períodos de 7, 14 e 21 dias quando comparadoao controle (p< 0,05), com atividade de osteoblastos menor aos 7 dias e maioraos 14 e 21 dias e, atividade de osteoclastos maior que o grupo controle nosperíodos de 7, 14 e 21 dias. Conclusão: Portanto, a ausência do receptorCCR4 não foi capaz de interferir na cinética de reparo ósseo alveolar emcamundongos, mas promoveu diferenças em alguns componentesparticipantes da cinética de reparo ósseo alveolar.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1809293 - CLAUDIA CRISTINA KAISER PINTO
Externo ao Programa - 3042390 - MARCIO LUIZ LIMA TAGA
Interno - 1977480 - PRISCILA LIMA DOS SANTOS
Notícia cadastrada em: 27/06/2018 11:39
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