Notícias

Banca de DEFESA: CAROLINE FARIAS LEMOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CAROLINE FARIAS LEMOS
DATA: 28/02/2014
HORA: 08:00
LOCAL: Auditório do HU
TÍTULO: Atuação do laser de baixa potência na carcinogênese oral
PALAVRAS-CHAVES: Carcinoma; Inflamação; Laser
PÁGINAS: 75
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Odontologia
SUBÁREA: Clínica Odontológica
RESUMO:

A inflamação crônica vem sendo associada às diversas etapas da carcinogênese e para o estudo das mesmas, modelos animais vêm sendo utilizados. O laser de baixa potência também tem sido analisado devido ao seu potencial anti-inflamatório e proliferativo. Com o objetivo de relacionar a intensidade do infiltrado inflamatório com as alterações celulares ocorridas nessas etapas, bem como o potencial anti-inflamatório e proliferativo da laserterapia na indução e progressão tumoral, foram utilizados 48 ratos Wistar, divididos em 8 grupos, 4 controles e 4 testes, onde 6 grupos foram submetidos à aplicação do carcinógeno 4NQO, em língua, associada ou não à laserterapia. Após eutanásia dos animais, as línguas foram removidas, analisadas macroscopicamente e preparadas para estudo histomorfológico, com coloração em HE. Como resultado, só foram observadas lesões clinicamente visíveis, nos grupos G6 e G7 mas, histológicamente, pôde-se observar Carcinomas de Células Escamosas Orais (CCEOs) após 16 semanas de indução, em 66,66% do grupo G4, onde não foi aplicado o laser. No grupo G5, onde foi utilizada a laserterapia, após suspensão do 4NQO, as lesões permaneceram como Displasias, sendo 33,33% DM (Displasia Moderada) e 66,66% DS (Displasia Severa). Após 20 semanas de indução, todos os casos apresentaram CCEOs e a laserterapia contribuiu com a formação de lesões hiperplásicas; Já a intensidade do infiltrado inflamatório, necessário para desencadear o processo carcinogênico, não esteve relacionada com quantidade ou tipo de alteração celular encontrada, nem com a laserterapia, quando comparada com os grupos controles. Assim, a ausência de lesões malignas no grupo G5, permite concluir que a laserterapia é capaz de inibir o avanço da carcinogênese nas fases iniciais, desde que eliminado o fator de risco, como também, ativar o potencial proliferativo do CCEO já instalado.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - GRAZIELLA CHAGAS JAGUAR
Presidente - 426457 - MARTA RABELLO PIVA
Externo ao Programa - 3545451 - PAULO RICARDO SAQUETE MARTINS FILHO
Notícia cadastrada em: 12/02/2014 06:49
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS - - | Copyright © 2009-2020 - UFRN - fragata3.fragata3 v3.5.16 -r12182-3b7fa45029