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Banca de DEFESA: ALINE CARVALHO PEIXOTO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ALINE CARVALHO PEIXOTO
DATA: 21/11/2013
HORA: 14:00
LOCAL: Auditório do CCBS
TÍTULO: Resistência de união de cimentos resinosos na dentina afetada por cárie induzida artificialmente
PALAVRAS-CHAVES: Cimento de Resina; Resistência ao Cisalhamento; Cárie Dentária.
PÁGINAS: 72
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Odontologia
SUBÁREA: Clínica Odontológica
RESUMO:

A resistência de união de restaurações indiretas cimentadas com cimentos resinosos autoadesivos na dentina afetada por cárie tem sido pouco estudada, apesar de ser frequentemente encontrada em preparos cavitários conservadores. Para padronizar este tipo de substrato, protocolos in vitro de indução de cárie sob condições controladas são comumente empregados para testes de resistência de união. O objetivo deste estudo foi avaliar a resistência de união dos cimentos resinosos autoadesivos RelyX U200 e BisCem, e do cimento resinoso convencional RelyX ARC, na dentina afetada por cárie induzida artificialmente. Biofilmes de microcosmos originados da saliva de um doador, foram formados sobre as amostras de dentina de terceiros molares humanos, livres de cárie e cultivados em condições de anaerobiose por 14 dias. Utilizou-se o regime de alimentação intermitente de sacarose à 1% em meio de cultura por 4 horas diárias. Cilindros de cada cimento resinoso foram confeccionados nas superfícies de dentina afetada por cárie ou hígida (n= 6). Os cilindros foram submetidos ao ensaio de microcisalhamento após 24 horas. A dureza Vickers (VHN) e módulo de elasticidade (E) foram medidas nos dois substratos avaliados até a profundidade 200 μm. Os dados de cisalhamento foram submetidos à Análise de Variância (ANOVA) de dois fatores, seguido pelo teste de comparações múltiplas de Student-Newman-Keuls (SNK), e o padrão de falha foi avaliado pelo teste Exato de Fisher e Qui-quadrado (P < 0,05). Os dados de VHN e E foram submetidos a ANOVA de parcela subdivida e teste de SNK (P < 0,05). A dentina afetada por cárie apresentou menores valores de VHN e E do que a dentina hígida até as profundidades de 50 e 100 μm, respectivamente. A resistência de união de todos os cimentos foi menor na dentina afetada por cárie que na dentina hígida. A resistência de união do RelyX U200 foi similar à do Relyx ARC e maior que a do BisCem, independente do substrato. Concluiu-se que os cimentos resinosos avaliados mostraram uma menor resistência de união na dentina afetada por cárie, que apresentou menores propriedades mecânicas que a hígida próximo à superfície onde foi realizado os procedimentos de união.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ALTAIR ANTONINHA DEL BEL CURY
Presidente - 1776684 - ANDRE LUIS FARIA E SILVA
Interno - 2016129 - FLAVIA PARDO SALATA NAHSAN
Notícia cadastrada em: 23/10/2013 17:32
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