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Banca de DEFESA: EZEQUIAS PEREIRA NETO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: EZEQUIAS PEREIRA NETO
DATA: 24/08/2020
HORA: 20:30
LOCAL: Videoconferência
TÍTULO: EEFEITOS DO TREINAMENTO DE FORÇA COM RESTRIÇÃO DE FLUXO SANGUÍNEO SOBRE A CAPACIDADE ATLÉTICA, A COMPOSIÇÃO CORPORAL E A RESPOSTA DO LACTATO SANGUÍNEO EM JOVENS FUTEBOLISTAS
PALAVRAS-CHAVES: Potência; Velocidade; Agilidade; Hipertrofia; Oclusão Vascular
PÁGINAS: 76
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Educação Física
RESUMO:

O treinamento de força (TF) é um grande aliado para o desenvolvimento de capacidades físicas essenciais para jovens jogadores de futebol, como a força, potência, velocidade e agilidade. Com isso, distintas intervenções de TF ganham destaque. Dentre elas, o treinamento de força com restrição de fluxo sanguíneo (TFRFS) surge como importante alternativa para desenvolvimento de capacidades físicas fundamentais. O TFRFS baseia-se em treinamento de baixa intensidade associado a restrição parcial do fluxo sanguíneo. Assim, essa dissertação, que teve por objetivo verificar os efeitos entre programas de treino de força tradicional e com restrição de fluxo sanguíneo sobre a capacidade atlética, composição corporal e respostas metabólicas em atletas de futebol da categoria sub 20, foi composta por três estudos independentes que compararam os resultados de dois grupos submetidos a Treinamento Tradicional (GTT; n = 9) ou Treinamento associado a Restrição de Fluxo Sanguíneo (GRF; n = 9). Os estudos 1 e 2 foram longitudinais (quatro semanas de intervenção), e o estudo 3 de efeito agudo (uma única sessão de treino). O GRF realizou 4 séries de 15 repetições a 30% de 1RM e 80% de restrição de fluxo sanguíneo, ao passo que o GTT foi submetido a 6 séries de 10 repetições a 80% de 1RM, ambos no exercício agachamento. O teste não paramétrico de Frideman avaliou as diferenças entre os momentos pré e pós intervenção intra e intergrupos. No estudo 1, foram avaliados os níveis de força máxima (teste de 1RM), potência (salto contramovimento), aceleração e velocidade (corridas de 10 e 30 m, respectivamente), e agilidade (zig-zag test). Não houve diferença entre os grupos no desempenho das capacidades atléticas, exceto quanto à agilidade, favorável ao GRF (p<0,05). Todos os testes apresentaram melhora de desempenho pós-intervenção (p<0,05), exceto a agilidade no GTT (p>0,05) e a aceleração (p>0,05 para ambos os grupos). No estudo 2, a composição corporal dos atletas, avaliada por bioimpedância, foi estratificada em massa corporal total, percentual de gordura, massa adiposa total, massa livre de gordura e massa muscular. Não houve diferença em qualquer variável da composição corporal (p>0,05 para todas), independentemente do método de treinamento. No estudo 3 foi identificada a magnitude da solicitação metabólica em uma sessão de treino de cada método, pela resposta do lactato sanguíneo. Houve aumento expressivo das concentrações de lactato do momento pré para o momento pós sessão de treino (p<0,05), contudo, sem distinção entre os grupos (p>0,05). Com isso, conclui-se que o treino de força com restrição de fluxo sanguíneo é eficaz para melhorar as capacidades atléticas, mas não para a aceleração ou a composição corporal de jogadores de futebol sub-20 após apenas quatro semanas de intervenção. Além disso, as respostas do lactato sanguíneo pós-treino indicam que as solicitações metabólicas observadas nos dois métodos são equivalentes.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - FABIANO DE SOUZA FONSECA
Presidente - 1546651 - MARCOS BEZERRA DE ALMEIDA
Interno - 2019019 - MARZO EDIR DA SILVA
Notícia cadastrada em: 21/08/2020 14:36
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