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Banca de DEFESA: RAFAELA WINDY FARIAS DOS SANTOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: RAFAELA WINDY FARIAS DOS SANTOS
DATA: 29/04/2021
HORA: 14:30
LOCAL: on line
TÍTULO: Investigação clínica e epidemiológica das infecções respiratórias virais em crianças sergipanas
PALAVRAS-CHAVES: Vigilância epidemiológica; Vírus respiratórios; síndrome Gripal, influenza
PÁGINAS: 60
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Genética
SUBÁREA: Genética Molecular e de Microorganismos
RESUMO:

As infecções respiratórias virais causam morbidade e mortalidade entre crianças, sendo responsáveis por infecções graves em 3 a 5 milhões de indivíduos todo ano. Os vírus respiratórios mais comumente detectados são influenza A (FluA), influenza B (FluB) e os outros vírus respiratórios (OVR): vírus sincicial respiratório (VSR), parainfluenza vírus 1-3 (PIV), adenovírus (AdV) e metapneumovírus humano (MPVh). Estes possuem sinais e sintomas clínicos muito parecidos, dificultando o diagnóstico somente por a clínica. O objetivo do trabalho é investigar os aspectos clínicos e epidemiológicos das infecções respiratórias causadas por vírus em crianças sergipanas. Trata-se de um estudo descritivo, analítico e epidemiológico, sendo realizada a triagem para os OVR das amostras clinicas (swabs de nasofaringe e/ou orofaringe) de crianças com 0 a 5 anos de idade, atendidas nas unidades sentinelas do estado de Sergipe, com suspeita de infecção pelo vírus da influenza. As amostras foram triadas através da técnica de RT-PCR em tempo real no Laboratório de Biologia Molecular, localizado no Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (LACEN-SE). De janeiro de 2018 a dezembro de 2019, 1.081 amostras foram selecionadas. Destas, 64.1% (n=693) foram detectáveis para pelo menos um dos nove vírus, evidenciando que os vírus são os principais agentes etiológicos das infecções respiratórias em crianças. O agente etiológico mais prevalente no período de estudo foi o vírus sincicial respiratório, detectado em 31.8% (344/693) das crianças e menos prevalente foi o FluB 0.6% (6/693). Um período sazonal pode ser identificado de abril a julho, compreendendo as estações outono e inverno, para infecções respiratórias virais em crianças no estado de Sergipe. As infecções únicas foram encontradas em 85.5% (594/693) dos casos, enquanto 14.4% (100/693) foram coinfecções. Os sintomas mais prevalentes relatados foram tosse em 95,5% (662/693) dos casos e menos prevalentes miagia 1,3% (9/693). Em radiografias de tórax mostraram alterações em 38.8% (269/693) das crianças; nestas 8.3% (58/693) possuiam alguma comorbidade. Assim, o estudo demonstrou que a maioria dos casos notificados tinha pelo menos um vírus como agente etiológico e o vírus sincicial respiratório foi o mais prevalente nas infecções respiratórias virais em crianças sergipanas, reforçando a importância de uma vigilância viral mais ampla e constante, especialmente durante o surto de casos de infecção respiratória.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ANDREA REGINA DE SOUZA BAPTISTA
Presidente - 1897681 - LUCIANE MORENO STORTI DE MELO
Interno - 1516901 - ROSELI LA CORTE DOS SANTOS

Notícia cadastrada em: 12/04/2022 15:00
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