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Banca de DEFESA: ANA DENISE SANTANA DE OLIVEIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANA DENISE SANTANA DE OLIVEIRA
DATA: 28/08/2019
HORA: 09:00
LOCAL: Mini-auditório CCBS.
TÍTULO: A Vigilância em Saúde e a Esquistossomose no estado de Sergipe.
PALAVRAS-CHAVES: Vigilância em Saúde; Avaliação; Esquistossomose.
PÁGINAS: 75
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Parasitologia
SUBÁREA: Protozoologia de Parasitos
ESPECIALIDADE: Protozoologia Parasitária Humana
RESUMO:

A esquistossomose mansonica é uma endemia bastante difundida no território brasileiro, principalmente nos estados do Nordeste, estando Sergipe como um dos estados de maior prevalência. É uma doença infecto-parasitária causada pelo helminto trematódea do gênero Schistosoma, tendo como hospedeiro intermediário o molusco do gênero Biomphalaria. A diversidade dos fatores que envolvem a transmissão e permanência da esquistossomose em uma determinada área torna difícil as ações preconizadas pelo Programa de Controle da Esquistossomose (PCE) implantados pelo Ministério da Saúde, em que há o intuito de associar ações de erradicação, controle e prevenção em regiões endêmicas. O presente trabalho teve como objetivo analisar o desempenho da dinâmica do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Esquistossomose no estado de Sergipe, tendo como base os conceitos atuais de vigilância em saúde e o papel conferido aos estados e municípios, por meio da Portaria do Ministério da Saúde, nº. 1.399 de 15 de dezembro de 1999. A pesquisa trata-se de um estudo descritivo de abordagem quantitativa, com utilização de entrevistas semiestruturadas (dados primários), aplicadas a profissionais da Vigilância em Saúde e Atenção Básica nas sedes das sete regionais de saúde do estado de Sergipe, assim como informações obtidas no Sistema de Informação do Programa de Controle da Esquistossomose (SISPCE), Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) (dados secundários). A pesquisa corresponde ao período dos anos de 2013 a 2018, em que foram realizadas comparações entre os indicadores de estrutura e processo com os achados da pesquisa. No presente estudo, foram encontrados como pontos críticos: a ausência de implantação do PCE na totalidade da área endêmica; falta de interação entre Vigilância Epidemiológica e Atenção Básica; e deficiências na gestão e execução de ações de campo. No estado de Sergipe, foi encontrada falhas na implantação no PCE, bem como na estrutura e no processo do Sistema de Vigilância. Enquanto isso, há necessidade de uma maior integração entre os profissionais da Vigilância Epidemiológica e demais setores da saúde. Isso, como consequência, pode influenciar negativamente nos resultados do Programa de Controle da Esquistossomose, semelhantemente nas demais endemias do estado.

 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1039375 - VERA LUCIA CORREIA FEITOSA
Interno - 1516901 - ROSELI LA CORTE DOS SANTOS
Externo à Instituição - CRISTIANE COSTA DA CUNHA OLIVEIRA

Notícia cadastrada em: 05/08/2019 16:05
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