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Banca de DEFESA: DAYVSON MORAES LEANDRO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: DAYVSON MORAES LEANDRO
DATA: 26/08/2019
HORA: 09:00
LOCAL: Mini-auditório CCBS.
TÍTULO: Perfil clínico-patológico de mulheres portadoras da esquistossomose genital feminina.
PALAVRAS-CHAVES: Aparelho Genital Feminino, Granuloma, Histopatológica Esquistossomose mansônica.
PÁGINAS: 70
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Parasitologia
SUBÁREA: Helmintologia de Parasitos
ESPECIALIDADE: Helmintologia Humana
RESUMO:

A esquistossomose mansônica é uma endemia presente em todo território nacional, principalmente nos estados do nordeste, onde Sergipe se destaca pela alta prevalência. A doença atinge principalmente o fígado e o baço, conhecida na sua forma hepatoesplênica. Pode entretanto acometer outros órgãos, como os genitais femininos. Esta forma conhecida como ectópica tem sido negligenciada, apesar de representar risco para a saúde de mulheres que vivem em áreas endêmicas. O objetivo da presente pesquisa foi o de realizar uma análise clínico-patológico de mulheres acometidas com esquistossomose genital feminina. Trata-se de um estudo descritivo e retrospectivo de abordagem quantitativa com base em bancos de dados secundários pertencente ao Memorial Prof. Dr. Nestor Piva da Universidade Tiradentes. Foram obtidos deste memorial, prontuários e biopsias de pacientes acometidas com esquistossomose genital feminina, com cortes histopatológicos corados pela hematoxilina-eosina, picrosirius-hematoxilina e tricrômio de Masson. A análise morfométrica foi realizada através do programa computacional Image J®. Foi realizada também uma distribuição percentual para se obter uma média de casos por ano, distribuição entre os órgãos mais afetados e o teste do qui-quadrado foi utilizado para estabelecer uma correlação entre a esquistossomose e outras patologias. Após análise estatística, obteve-se uma média de quatro casos por ano, a infecção foi encontrada em todos os órgãos do aparelho genital feminino, tendo sua maior prevalência no ovário, além disto, houve uma associação entre a parasitose e metaplasia de colo uterino, tumores uterinos e salpingite. Na análise histopatológica foi possível observar extenso dano aos tecidos além da formação de vários granulomas com alta colagenização, em sua grande maioria. Os presente achados revelaram uma forte presença da esquistossomose em diferentes órgãos do aparelho genital feminino. Mostra ainda que a esquistossomose genital feminina, necessita de mais estudo, demarcando áreas de riscos no estado Sergipe, o que poderá auxiliar a política pública da erradicação dessa doença endêmica no estado.

 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1039375 - VERA LUCIA CORREIA FEITOSA
Interno - 1516901 - ROSELI LA CORTE DOS SANTOS
Externo ao Programa - 2584652 - ANDREA FERREIRA SOARES

Notícia cadastrada em: 05/08/2019 16:05
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