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Banca de QUALIFICAÇÃO: THAYANE SANTOS SIQUEIRA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: THAYANE SANTOS SIQUEIRA
DATA: 16/08/2019
HORA: 09:00
LOCAL: Mini-Auditório do DECAT
TÍTULO: Análise espaço-temporal da hanseníase e de seus determinantes sociais da saúde em Sergipe, no período de 2007 a 2017
PALAVRAS-CHAVES: Análise Espacial; Lepra; Determinantes Sociais da Saúde; Saúde Pública; Indicadores epidemiológicos
PÁGINAS: 32
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Parasitologia
RESUMO:

Na conjuntura mundial, o Brasil é um dos países que não conseguiram eliminar a hanseníase como problema de saúde pública, nota-se que assim como as outras doenças negligenciadas, a hanseníase possui estreita relação com as iniquidades sociais presentes no território. Em Sergipe, dados do último boletim epidemiológico de 2012 a 2016 constataram uma taxa de 17,59 novos casos por 100.000 habitantes, ocupando assim a 5a. posição entre os 9 estados da região Nordeste. Desse modo, o presente estudo visa analisar a distribuição espaço temporal da hanseníase em Sergipe e sua correlação com os determinantes sociais, no período de 2007 a 2017. Trata-se de um estudo ecológico de série temporal e espacial, com abordagem descritiva, no qual foram selecionados 8 indicadores epidemiológicos (variáveis dependentes), esses foram sujeitos a regressão polinomial com o intuito de identificar pontos em que ocorreram modificação da tendência. A análise da distribuição espacial foi realizada por meio de três indicadores de magnitude da hanseníase: os coeficientes de casos novos de hanseníase na população geral e em menores de 15 anos/100 mil e o de casos novos com grau II de incapacidade física no diagnóstico/100 mil. Foi empregado o Estimador Bayesiano para minimizar a instabilidade ocasionada pela flutuação aleatória dos casos, e o Índice Global de Moran I para avaliar o grau de autocorrelação espacial. As variáveis independentes foram distribuídas em 3 categorias: Categoria socioeconômica; demográfica e de assistência à saúde, tais variáveis foram correlacionadas estatisticamente com os indicadores epidemiológicos por meio da análise de correlação de Spearman (Significância de 5%). Para as análises foram utilizados o software R, versão 3.5.1 e o Microsoft Excel 2010. Em relação a tendência observou-se uma tendência decrescente para os coeficientes de casos novos de hanseníase na população geral (APC -5,54 e p<0,000) e em menores de 15 anos (APC -5,57 e p< 0,004). Já os coeficientes de casos novos com grau II de incapacidade demonstraram oscilação durante o período estudado, com um a tendência crescente de 2007 e 2012 (APC 13,14 e p< 0,047) e segunda decrescente entre 2012-2016 (APC -25,16 e p<0,028). A distribuição da hanaseníase mostrou-se heterogenia no estado, com Índice Global de Moran (I) significativo para os três indicadores de monitoramento de eliminação da doença, demonstrando assim, autocorrelação espacial. Para o coeficiente de detecção geral: I = 0,63; p-valor < 0,001; Coeficiente de detecção em menores de 15 anos: I = 0,68; p-valor < 0,001; Coeficiente de grau de incapacidade II: I: 0,52; p-valor < 0,001. As variáveis independentes demonstram em sua maioria, uma correlação fraca com as variáveis dependentes descritas no estudo.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1888521 - JOSE RODRIGO SANTOS SILVA
Interno - 1347234 - KARINA CONCEICAO GOMES MACHADO DE ARAUJO
Externo ao Programa - 2030768 - ALLAN DANTAS DOS SANTOS

Notícia cadastrada em: 16/07/2019 12:37
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