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Banca de DEFESA: SAMIA NUNES DE MELO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: SAMIA NUNES DE MELO
DATA: 29/08/2018
HORA: 08:00
LOCAL: Mini-auditório CCBS - são Critóvão/UFS
TÍTULO: PREVALÊNCIA DE ROTAVÍRUS E NOROVÍRUS ENTRE CRIANÇAS COM DOENÇA DIARREICA EM ARACAJU-SE
PALAVRAS-CHAVES: Gastroenterites; Rotavírus; Norovírus; Prevalência
PÁGINAS: 60
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Saúde Coletiva
SUBÁREA: Epidemiologia
RESUMO:

A gastroenterite aguda (GEA) constitui grave problema de saúde pública mundial. É prevalente na infância, principalmente em países em desenvolvimento como o Brasil. A diarreia é o principal sintoma da GEA e segunda causa de óbito em crianças menores de cinco anos. Os vírus entéricos, em especial os Rotavírus (RVA) e Norovírus (NoV) são agentes etiológicos importantes. A relevância médica do rotavírus está bem definida e, por isso, a vacina está disponível no Brasil desde 2006, o que parece ser responsável pela redução dos internamentos e óbitos devido à GEA. Apesar do sucesso, deve-se ter o conhecimento de que a vacina Rotarix tem grande aplicabilidade para a maioria dos genótipos homotípicos ao G1P[8] enquanto o efeito contra o genótipo G2P, heterotípico, é de somente 41%. Além disso, após a inclusão da vacina para o RVA, o Norovírus tem se tornado relevante para GEA viral. Antivirais para esse agente não existem e a elaboração de uma vacina ainda está em fase de ensaio clínico. Em países desenvolvidos, a implementação da vigilância levou ao aumento da informação sobre a prevalência e diversidade dos NoVs, ao passo em que o mesmo tipo de vigilância não é visto em países em desenvolvimento. O Ministério da Saúde brasileiro não abrange a vigilância da diarreia aguda por Norovírus, por isso, a influência desse agente sobre a saúde pública brasileira vem sendo conhecida através de grupos de estudo de alguns estados do país. Esse estudo objetivou estabelecer a prevalência das infecções por rotavírus da espécie A e de norovírus em crianças com doença diarreica aguda em Aracaju-SE. A pesquisa é parte de um trabalho de vigilância constante que visa conhecer a prevalência desses enterovírus em Sergipe, bem como a epidemiologia molecular dos mesmos, desde a implantação da vacina contra o rotavírus em 2006. Foram incluídas 250 amostras de fezes diarreicas previamente coletadas de crianças atendidas no setor pediátrico do Hospital de Urgências de Sergipe, entre janeiro de 2013 e julho de 2015. A triagem dessas amostras para RVA foi realizada por ELISA no Laboratório Central de Sergipe. Para NoV foram analisadas por método molecular usando a RT-PCR em tempo real para diagnosticar e quantificar os vírus, na Fundação Oswaldo Cruz - RJ. Observou-se prevalência de 36,8% do NOV e de 12,8% do RVA na população estudada. Nota-se que a cobertura vacinal para RVA tem diminuído em todas as instâncias e que as hospitalizações decorrentes da GEA regrediram entre 2013 e 2015, mas, voltaram a crescer a partir de então. Nos últimos 3 anos foram registrados óbitos por GEA. Os motivos para a redução na cobertura vacinal e para a ocorrência de óbitos merecem ser investigadas com atenção. As informações encontradas fortalecem o fato de que a vigilância desses enterovírus se faz necessária no estado, além da investigação dos genótipos circulantes na região. Espera-se contribuir para a construção de dados epidemiológicos regionais.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1897681 - LUCIANE MORENO STORTI DE MELO
Interno - 2026761 - MARCUS VINICIUS DE ARAGAO BATISTA
Externo ao Programa - 2030768 - ALLAN DANTAS DOS SANTOS

Notícia cadastrada em: 10/08/2018 13:35
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