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Banca de DEFESA: MARCELA ALVES DO NASCIMENTO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARCELA ALVES DO NASCIMENTO
DATA: 23/02/2018
HORA: 09:00
LOCAL: Sala de aula da Patologia- HU
TÍTULO: Avaliação do potencial leishmanicida in vitro do 17-AAG em culturas axênicas de Leishmania infantum naturalmente resistentes ao antimonial
PALAVRAS-CHAVES: Leishmaniose visceral; HSP90; 17-AAG; Quimioterapia
PÁGINAS: 50
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Parasitologia
RESUMO:

As leishmanioses constituem um grupo de doenças parasitárias causadas por uma variedade de espécies de parasitos do gênero Leishmania. As alternativas de tratamento da Leishmaniose visceral apresentam grandes limitações, tais como toxicidade, alto custo, duração prolongada e, principalmente, o surgimento de isolados resistentes, destacando a necessidade do desenvolvimento de novos compostos para a terapia dessa doença. Desta forma, nosso grupo demonstrou, previamente, que o 17-AAG (17-allylamino-17-demethoxygeldanamycin–tanespimicin) é menos tóxico, e apresenta ação leishmanicida contra várias espécies de leishmania. Neste trabalho, o objetivo é avaliar a ação do 17-AAG frente a isolados de L. infantum naturalmente resistentes ao antimonial. Os parasitos tratados com 17-AAG (1, 2, 4, 6, 8, 10 μM) apresentaram redução na sua viabilidade e esta foi dose-dependente. Em seguida, foi realizado o tratamento dos isolados com o IC50 do antimônio trivalente associado a menores concentrações do 17-AAG (0,25, 0,5, 0,75, 1,5 e 3 μM). O tratamento reduziu a concentração do 17-AAG e melhorou sua ação leishmanicida independentemente do perfil de resistência do isolado. Por seguinte, os parasitos foram tratados com concentrações variadas do antimônio trivalente (25, 75, 125, 225, 300, 500, 750 e 1 000 μM) e o IC50de cada isolado associado com 1 μM do 17-AAG. Esta associação potencializou a ação do antimônio trivalente reduzindo a quantidade de antimônio necessário para induzir a morte do parasito. E por fim,a associação de 1μM do 17-AAG a concentração de 10 µg/ml do antimônio pentavelente resultou na redução irreversível da infecção e da carga parasitária em macrófagos humanos infectados. Assim, concluímos que, o 17-AAG possui a capacidade de se tornar uma alternativa para a quimioterapia da LV causada por isolados resistentes aos tratamentos padrões.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1977523 - DIEGO MOURA TANAJURA
Interno - 1511959 - TATIANA RODRIGUES DE MOURA
Externo ao Programa - 1977480 - PRISCILA LIMA DOS SANTOS

Notícia cadastrada em: 25/01/2018 19:26
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