A UFS preocupa-se com a sua privacidade

A UFS poderá coletar informações básicas sobre a(s) visita(s) realizada(s) para aprimorar a experiência de navegação dos visitantes deste site, segundo o que estabelece a Política de Privacidade de Dados Pessoais. Ao utilizar este site, você concorda com a coleta e tratamento de seus dados pessoais por meio de formulários e cookies.

Ciente
Notícias

Banca de QUALIFICAÇÃO: MARCELA ALVES DO NASCIMENTO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARCELA ALVES DO NASCIMENTO
DATA: 24/08/2017
HORA: 09:00
LOCAL: Laboratório de Aula Prática do Hospital Universitário/UFS
TÍTULO: Avaliação do potencial leishmanicida in vitro do 17-AAG em culturas axênicas de Leishmania infantum naturalmente resistentes ao antimonial
PALAVRAS-CHAVES: Leishmaniose visceral; HSP90; 17-AAG; Quimioterapia
PÁGINAS: 30
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Parasitologia
RESUMO:

As leishmanioses constituem um grupo de doenças parasitárias causadas por uma variedade de espécies parasitas do gênero Leishmania. Para o tratamento da LV, a droga de primeira escolha são os antimoniais pentavalentes (Sb+5). Entretanto, apresentam grandes limitações, tais como toxicidade, custo e/ou duração e surgimento de cepas resistentes ao tratamento. Devido ao crescimento de casos refratários da doença, é urgente o desenvolvimento de novos compostos anti-Leishmania, que sejam seguros e acessíveis. O 17-AAG (17- allylamino -17-demethoxygeldanamycin - tanespimicina) é um composto semi-sintético produzido a partir da geldanamicina e foi o primeiro inibidor do HSP90 a entrar em ensaios clínicos. O 17-AAG demonstrou ser menos tóxico, possui maior afinidade com o sítio de ligação do ATP e, consequentemente, maior poder inibitório. Este trabalho, tem como objetivo avaliar a suscetibilidade de isolados de L. infantum naturalmente resistentes ao antimonial frente ao 17-AAG. Os parasitos tratados com 17-AAG (1, 2, 4, 6, 8, 10 μM) apresentaram redução na sua viabilidade e esta foi dose-dependente. Em seguida, foi realizado o tratamento dos isolados com o IC50 do antimônio trivalente associado ao 17-AAG (0,25, 0,5, 0,75, 1,5, 3 μM). O tratamento reduziu a concentração do 17-AAG e melhorou sua ação anti-Leishmania, independentemente do perfil de resistência do isolado. Por seguinte, os parasitos foram tratados com concentrações variadas do antimônio trivalente (50, 100, 250, 500, 750 μM) e/ou seu IC50 associado com 1 μM do 17-AAG. A associação potencializou a ação do antimônio trivalente reduzindo a quantidade de antimônio necessário para induzir a morte do parasito. Além disso, o 17-AAG não apresentou toxicidade para as células de PBMC humanas obtidas de doadores saudáveis. Nossos resultados confirmam a atividade leishmanicida do 17-AAG em diferentes isolados de L. infantum. Assim, concluímos que, o 17-AAG possui a capacidade de se tornar uma alternativa para a quimioterapia da LV causada por isolados resistentes aos tratamentos padrões.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1977523 - DIEGO MOURA TANAJURA
Interno - 1511959 - TATIANA RODRIGUES DE MOURA
Externo ao Programa - 1977480 - PRISCILA LIMA DOS SANTOS

Notícia cadastrada em: 03/08/2017 18:44
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS - - | Copyright © 2009-2023 - UFRN - ema2.ema2 v3.5.16 -r18277-8067e35817