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Banca de QUALIFICAÇÃO: KIRLLY BEZERRA DA SILVEIRA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: KIRLLY BEZERRA DA SILVEIRA
DATA: 02/08/2017
HORA: 10:00
LOCAL: Mini-Auditório do CCET
TÍTULO: Sífilis Congênita em Sergipe: Epidemiologia, Fatores de Risco e Distribuição Espacial.
PALAVRAS-CHAVES: Sífilis Congênita; Epidemiologia; Incidência; Fatores de Risco; Distribuição Espacial.
PÁGINAS: 30
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Parasitologia
SUBÁREA: Protozoologia de Parasitos
ESPECIALIDADE: Protozoologia Parasitária Humana
RESUMO:

A sífilis congênita é uma doença infectocontagiosa, sistêmica, de evolução crônica, bacteriana, transmitida pelo Treponema pallidum. Considerada um agravo recruscedente em todo o mundo. Nos últimos anos o Brasil está vivenciando uma epidemia da sífilis congênita que é a doença causada pela transmissão via transplacentária da sífilis adquirida pela mulher gestante não diagnosticada e/ou tratada inadequadamente. Pode ocasionar morte fetal, prematuridade, má formação congênita e sequelas irreversíveis para o recém-nascido além de altos gastos aos cofres públicos. São consideradas completamente previsível e tratável, desde os anos 1940, com a descoberta da penicilina e seu emprego em humanos. Existem recursos tecnológicos para diagnóstico e tratamento simples, barato e eficaz, contando que a gestante seja diagnosticada e tratada em tempo hábil. A eliminação da doença faz parte de um plano global e no Brasil existem várias ações de enfrentamento do problema buscando a redução da mortalidade infantil e, enquadrando a sífilis congênita como prioridade nos programas nacionais. O estado de Sergipe vem apresentando um aumento no número de casos de sífilis congênita. Diante dessa situação, este trabalho tem como objetivo, descrever a ocorrência e o perfil epidemiológico dos casos notificados de sífilis congênita, no estado de Sergipe, no período de 2007 a 2016. Será realizado um estudo descritivo, ecológico, analítico e do tipo série histórica de todos os casos de sífilis congênita ocorridos em Sergipe no ano de 2007 a 2016, incluindo as mães notificadas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação - SINAN do citado estado. Ficou evidenciado que entre os anos em estudo foram registrados 2.730 casos de sífilis congênita. A taxa de detecção variou entre 2,7 em 2007para 10.9 em 2016, com incidência média de 7,9 casos por mil nascidos vivos e a maioria das mães avaliadas, 67,4 % encontram-se entre 35 a 49 anos, 40,7% dessas mulheres possuem ensino fundamental incompleto e 85 % se declararam pardas, 72,7% realizaram o pré natal e mesmo assim boa parte dessas mulheres foram diagnosticadas tardiamente, este fato reflete a fragilidade da assistência de pré natal prestada a estas mulheres. Com este trabalho, pretende-se entender as causas que permeiam a presença, ainda constante e evidente, nos dias atuais e mostrar por meio de ferramentas de geoprocessamento os municípios mais incidentes no estado buscando subsidiar ações de enfrentamento deste grave problema de Saúde Publica.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1039375 - VERA LUCIA CORREIA FEITOSA
Interno - 1516901 - ROSELI LA CORTE DOS SANTOS
Externo ao Programa - 2030768 - ALLAN DANTAS DOS SANTOS

Notícia cadastrada em: 13/07/2017 15:58
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