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Banca de DEFESA: ANA MERCIA DIAS NASCIMENTO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANA MERCIA DIAS NASCIMENTO
DATA: 10/03/2014
HORA: 14:00
LOCAL: Sala 01 Polo de gestão/ Centro de Vivência
TÍTULO: Avaliação da Atividade Repelente e Larvicida de Xylopia laevigata, X. frutescens (Annonaceae) e Lippia pedunculosa (Verbenaceae) Contra Mosquitos Aedes aegypti (Diptera–Culicidae).
PALAVRAS-CHAVES: Controle vetorial, Óleos essenciais, Repelentes, Larvicidas.
PÁGINAS: 57
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Parasitologia
SUBÁREA: Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores
RESUMO:

A dengue é uma importante arbovirose transmitida ao homem por meio da picada do mosquito fêmea Aedes aegypti. Como não há vacinas, o controle da transmissão da doença se dá, principalmente, com a redução da população de mosquitos e a adoção de medidas de proteção individual, que impeçam o contato entre hospedeiros e vetores. Diante do agravamento do processo de resistência aos inseticidas químicos, os produtos de origem vegetal se apresentam como alternativas mais seguras para o controle integrado de doenças vetoriais endêmicas. O objetivo deste trabalho foi avaliar a atividade repelente e larvicida dos óleos essenciais extraídos das plantas X. laevigta, X. frutescens e L. pedunculosa . A atividade larvicida foi investigada a partir da exposição de larvas de terceiro estádio às diferentes concentrações dos óleos essenciais. Após 24 horas de exposição foram contabilizadas as larvas mortas, considerando mortalidade a ausência mobilidade ou incapacidade da larva em se mover até a superfície. A ação repelente dos referidos óleos foi observada a partir da supressão de pousos dos mosquitos sobre a pele humana. Os óleos essenciais forma diluídos em etanol e aplicados diretamente sobre a pele dos voluntários. Para cada óleo essencial foram realizados doze testes, nos quais as concentrações dos óleos variavam de 0,1 à 10%. Tanto o óleo essencial obtido a partir da L. pedunculosa, quanto os seus principais compostos voláteis mostraram-se tóxicos contra larvas de Ae. aegypti, apresentando CL50 inferior à 60 ppm. Em contrapartida, as plantas do gênero Xylopia apenas mostraram-se tóxicas para larvas de Ae. aegypti quando em concentrações superiores à 1000 ppm, fato que inviabiliza a sua utilização em larga escala. No que diz respeito à ação repelente, todas as plantas avaliadas forneceram algum grau de proteção contra pouso de mosquitos adultos sobre a pele humana. O óleo essencial da L. pedunculosa forneceu grande proteção contra os pousos dos mosquitos, sendo capaz de proteger contra 100% dos pousos, ainda em baixas concentrações. Apesar de potencialmente tóxica contra o mosquito transmissor da dengue, o óleo essencial da L. pedunculosa apresenta toxidade sobre a pele humana. Portanto, mais estudos fazem-se necessários a fim de que sejam elaboradas formulações atóxicas, e capazes de fixar os constituintes do óleo essencial conferindo-lhe efeito residual.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - MARCELO DA COSTA MENDONCA
Presidente - 2213089 - RICARDO SCHER
Externo ao Programa - 2337777 - ROGERIA DE SOUZA NUNES

Notícia cadastrada em: 17/02/2014 13:30
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