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Banca de QUALIFICAÇÃO: MÔNICA RUEDA BARRIOS

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MÔNICA RUEDA BARRIOS
DATA: 07/08/2013
HORA: 09:00
LOCAL: UFS
TÍTULO: Comportamento dos Macrófagos de indivíduos com deficiência de GHRH/ GH/ IGF-1 frente à infecção por Leishmania
PALAVRAS-CHAVES: Leishmania, Insulin growth fator-1, deficiência isolada do hormônio de crescimento, Macrófagos
PÁGINAS: 35
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Imunologia
SUBÁREA: Imunologia Celular
RESUMO:

A leishmaniose é uma doença que acomete o homem desde tempos remotos e um aumento do número de casos e ampliação de sua ocorrência geográfica tem ocorrido nos últimos 20 anos. No Brasil é encontrada atualmente em todos os estados, em especial nas regiões Norte e Nordeste, sob diferentes perfis epidemiológicos. Estudos in vitro mostraram que o hormônio “Insulin-LikeGrowthFactor” (IGF-1) aumenta a infecção de macrófagos por Leishmania, e, em modelos experimentais, o tratamento com IGF-1 agrava a infecção por Leishmania. Indivíduos com uma mutação natural do receptor do hormônio liberador do hormônio de crescimento (GHRH) e conseqüente deficiência de hormônio de crescimento (GH) e de IFG-1 foram descritos em Itabaianinha, Sergipe. Esta mutação afeta o crescimento pondero-estatural, mas a resposta imune destes indivíduos ainda não foi avaliada. Assim, para conhecer melhor o papel do IGF-1 na susceptibilidade à infecção por Leishmania, o propósito deste trabalho é estudar o comportamento de macrófagos humanos destes indivíduos com deficiência natural de IGF-1 a esta infecção in vitro. O comportamento da infecção in vitro com Leishmania amazonensis é comparado em monócitos derivados do sangue periférico de dois grupos de indivíduos: 1) indivíduos homozigotos afetados com a deficiência de GHRH/GH/IGF-I (fenótipo de anões); 2) homozigotos controles sem esta mutação (fenótipo normal). O número de macrófagos infectados/100 macrófagos e a carga parasitária destes macrófagos (número de amastigotas /100 macrófagos) foram comparados entre estes grupos. Os macrófagos de pacientes com DIGH são mais resistentes à infecção com promastigotas de Leishmania amazonensis que os controles normais sem essa mutação. Estes resultados comprovam em células humanas os achados de estudos em camundongos que mostram que o IGF-I na interação macrófago-Leishmania sp. agrava a infecção.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 285930 - AMELIA MARIA RIBEIRO DE JESUS
Externo ao Programa - 2864511 - LEANDRO MARQUES DE SOUZA
Externo ao Programa - 2869587 - PATRICIA RODRIGUES MARQUES DE SOUZA
Interno - 1511959 - TATIANA RODRIGUES DE MOURA

Notícia cadastrada em: 05/08/2013 11:00
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