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Banca de DEFESA: SUELI SILVA DE CARVALHO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: SUELI SILVA DE CARVALHO
DATA: 29/05/2013
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório da Pós Graduação do Curso de Pós Graduação em Ciências da Saúde
TÍTULO:

Avaliação da viabilidade de Leishmania (L.) chagasi a  espécies reativas do oxigênio. Sergipe


PALAVRAS-CHAVES:

L.(L.) chagasi, Leishmaniose visceral, Viabilidade, espécies reativas do oxigênio, amastigo, promastigota, menadiona., 


PÁGINAS: 75
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Imunologia
SUBÁREA: Imunologia Aplicada
RESUMO:

As leishmanioses são doenças infecciosas causadas por protozoários do gênero Leishmania. As espécies de Leishmania são parasitos digenéticos, alternando entre a forma promastigota (extracelular, encontrada no vetor flebotomíneo) e a  amastigota (intracelular, encontrada no hospedeiro mamífero). A fagocitose de promastigotas por macrófagos desencadeia nessas células um “burst respiratório”, gerando espécies reativas do oxigênio (EROS) como o ânion superóxido ('02-), peróxido de hidrogénio (H202) e o radical hidroxila (.OH). Neste trabalho objetivamos avaliar in vitro a atividade leishmanicida de EROS, pela exposição de promastigotas de L.(L.) chagasi à menadiona (um derivado da vitamina K, que gera EROS em seu ciclo redox), bem como a viabilidade de suas respectivas formas amastigotas em uma linhagem de macrófagos murinos J774.16. Dezesseis isolados de L. (L.) chagasi (em fase log de crescimento) foram expostos a concentrações crescentes de menadiona (0-750µM) por um período de incubação de 4 horas, ao fim do qual a viabilidade desses parasitos foi determinada pela contagem das formas móveis, sob microscopia óptica. Para avaliar a viabilidade das amastigotas derivadas das respectivas promastigotas de L.(L.) chagasi resistentes e susceptíveis a EROS, um isolado resistente e dois susceptíveis (em fase estacionária de crescimento) foram utilizados na infecção de J774.16, na proporção 5:1 (parasitos/células), incubadas por 24, 48 e 72 horas, em placas de 8 poços. Ao término de cada período de incubação as placas foram coradas com Panótipo rápido e o número de amastigotas/100 macrófagos (carga parasitária) foi determinado por contagem sob microscopia óptica, por dois avaliadores independentes. Dos dezesseis isolados avaliados, 14 deles foram classificados como susceptíveis à EROS, uma vez que apresentaram perdas de 50% ou mais de suas viabilidades em concentrações que variavam de 15 a 500 µM de menadiona. As L. L. chagasi resistentes a EROS (apenas dois isolados) apresentaram 70% ou mais de viabilidade a 750 µM de menadiona. As células  J774.16 infectadas com L. L. chagasi susceptíveis à EROS apresentaram um menor número de amastigotas do que as que foram infectadas com a forma resistente. Em culturas ativadas com LPS/IFN, a forma resistente apresentou uma menor carga parasitária nos tempos de 24 e 48 horas de infecção, quando comparada com a das formas susceptíveis a EROS. O tratamento das culturas de J774.16 infectadas com L. L. chagasi (susceptíveis e resistente a EROS) com  um inibidor da SOD, dietilditiocarbamato (DETC), resultou em um decréscimo no número de amastigotas de ambas as culturas. O tratamento dessas culturas com o estímulo combinado de DETC e N-Acetilcisteina (agente antioxidante) resultou em um maior número de amastigotas das formas resistentes em todos os tempos de incubação avaliados. As culturas de J774.16 infectadas com L. L. chagasi resistentes e susceptíveis a EROS e previamente tratadas com LMNA (inibidor de INOS), resultou em uma redução da carga parasitária de ambas as culturas. Assim, é possível afirmar que as espécies reativas do oxigênio são importantes na eliminação de L. L. chagasi, tanto na forma promastigota, quanto na forma  amastigota.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1038719 - PAULO DE TARSO GONCALVES LEOPOLDO
Interno - 285906 - ROQUE PACHECO DE ALMEIDA
Externo ao Programa - 1698895 - SHIRLEI OCTACILIO DA SILVA

Notícia cadastrada em: 15/05/2013 08:13
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