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Banca de DEFESA: MICHELI LUIZE BARBOSA SANTOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MICHELI LUIZE BARBOSA SANTOS
DATA: 31/01/2013
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório da Ciência da Saúde- Hospital Universitário
TÍTULO:

Avaliação da expressão gênica do MRPA em isolados de Leishmania chagasi obtidos de pacientes refratários ao Tratamento com Glucantime®


PALAVRAS-CHAVES:

L.(L.) chagasi, Viabilidade, resistência ao antimonial


PÁGINAS: 37
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Imunologia
SUBÁREA: Imunogenética
RESUMO:

A Leishmaniose Visceral constitui um importante problema de saúde pública, apresentando cerca de 3526 novos casos reportados no ano de 2010, dados do SINAN. No Brasil, representada pela espécie L. (L.) chagasi pode levar à morte quando não tratada. O tratamento é feito com antimonial pentavalente. No entanto, nos últimos anos, vem sendo reportados casos clínicos que não respondem a este medicamento de escolha. O fenômeno da falha terapêutica envolve vários fatores, dentre estes, está o fenótipo de resistência a drogas no parasito, assim como mecanismos imunes do hospedeiro vertebrado. Casos refratários ao tratamento contra leishmaniose despertam interesse para novos estudos, pois, poucos estudos foram realizados analisando a sensibilidade à droga de isolados clínicos. Dessa forma, nesse estudo avaliamos a viabilidade ao NO e ao Sb(III) e a infectividade de isolados de L. (L.) chagasi de refratários ao tratamento com antimonial pentavalente. Neste estudo, foi avaliado in vitro a susceptibilidade a diferentes concentrações ao NO e ao Sb(III) de isolados de pacientes refratários ao tratamento com Glucantime®. A viabilidade celular de promastigotas ao NO foi determinada por método colorimétrico MTT após incubação por 4h e a viabilidade ao Sb(III) foi avaliada por contagem de células após 48h de exposição. Nossos resultados mostraram que de cinco isolados, três foram resistentes ao NO, com viabilidade superior a 70% quando exposto a 8mM de NaNO2. Em isolados submetidos em concentrações crescentes de 250μM – 3.000μM de SB(III) mostraram que as promastigotas sensíveis tiveram inibição aproximadamente de 50% quando expostas a concentrações menores de 500 μM, por outro lado, os isolados refratários ao tratamento, assim como, o isolado resistente ao NO apresentaram viabilidade próxima a1000 μM. Para avaliar a susceptibilidade de amastigotas ao Sb(V), macrófagos foram infectados com promastigotas de isolados refratários comparando com isolados responsivos controle e cultivadas na presença de LPS, IFN-γ e Sb(V). Nos tempos de 2, 48 e 72h as lâminas foram coradas para avaliar a taxa de infecção dos macrófagos e número de amastigotas por macrófago. Observou-se que os isolados refratários foram mais resistentes à infecção, sobrevivendo aos mecanismos microbicidas de macrófago, assim como, há um maior número de amastigota quando comparado com responsivos, obtendo-se a partir disso um resultado significativo no tempo de 48h (p<0,001). Portanto, estes resultados mostram que isolados clínicos de L. (L.) chagasi oriundos de pacientes refratários ao tratamento com Glucantime® apresentam resistência natural ao NO, Sb(V) como também ao Sb(III).


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 285906 - ROQUE PACHECO DE ALMEIDA
Externo ao Programa - 1698895 - SHIRLEI OCTACILIO DA SILVA
Presidente - 1511959 - TATIANA RODRIGUES DE MOURA

Notícia cadastrada em: 23/01/2013 09:32
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