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Banca de DEFESA: ALAN BRUNO SILVA VASCONCELOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ALAN BRUNO SILVA VASCONCELOS
DATA: 22/02/2017
HORA: 09:00
LOCAL: A definir
TÍTULO: EFEITO FOTOBIOMODULADOR DA TERAPIA COM DIODO EMISSOR DE LUZ NA INFLAMAÇÃO MUSCULAR INDUZIDA POR EXERCÍCIO EM RATOS
PALAVRAS-CHAVES: Inflamação. Músculo Esquelético. Exercício Físico. Diodo Emissor de Luz. Fototerapia.
PÁGINAS: 50
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Fisiologia
RESUMO:

Os efeitos biológicos de fontes de luz de baixa intensidade, como a terapia com diodo emissor de luz (LEDT), indicam que a fototerapia induz efeitos ergogênicos e recuperativos do músculo esquelético. No entanto, ensaios clínicos e pesquisas experimentais apresentam divergências no que diz respeito aos parâmetros a serem utilizados. Comparar o efeito de diferentes doses da LEDT (630 nm) na inflamação do músculo estriado esquelético de ratos submetidos ao exercício. Ratos Wistar foram divididos em cinco grupos experimentais (n=8/grupo): controle (CON), animais não submetidos ao protocolo de exercício; recuperação passiva (RP), animais que não receberam tratamento após a indução da inflamação; LEDT (1,2 J; 4,2 J ou 10,0 J), animais tratados com fototerapia após indução da inflamação. A inflamação muscular esquelética foi induzida por protocolo de 100 minutos de nado. Após o exercício, os animais dos grupos LEDT foram expostos à fototerapia nas doses de 1,2 J, 4,2 J ou 10,0 J sobre os músculos tríceps sural (gastrocnêmios e sóleo). Para avaliação da hiperalgesia mecânica com o von Frey eletrônico, os animais foram submetidos a avaliação antes e 24 horas após o procedimento de nado. Após 24 horas do nado, amostras sanguíneas foram coletadas para análise da atividade de creatina quinase (CK). O músculo sóleo foi retirado para análise histológica. Os dados foram expressos como média± erro padrão da média (EPM). Foi utilizado análise de variância seguido pelo Tukey post hoc. Para os dados histológicos foi realizada análise com Qui-quadrado seguido de correção de Yates. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Animais (Universidade Federal de Sergipe) sob nº 15/2013 e pelo Comitê de Ética em Uso de Animais (Universidade Estadual de Londrina) sob nº 124/2014. No grupo RP houve um aumento (p<0,0001) da atividade plasmática de CK (2.071±346 U/L) quando comparado ao grupo CON (683±103 U/L) e houve atenuação (p<0,0001) da resposta nos grupos tratados com LEDT (630 nm) com doses de 1,2 J (379±71 U/L), 4,2 J (599±131 U/L) ou 10,0 J (544±86 U/L). Em relação à hiperalgesia mecânica, o grupo RP apresentou redução (p<0,05) no limiar de retirada da pata (-11,9±1,9 g) quando comparado ao grupo CON (2,2±1,5 g) e apenas o grupo LEDT 4,2 J (-3,3±2,4 g) alterou esse limiar (p<0,05) quando comparado ao grupo RP. Na análise histológica, foi observada infiltração de neutrófilos no músculo do grupo RP, além de áreas edemaciadas e necrosadas. Porém, menor infiltração foi observada nos animais tratados com as doses de 4,2 e 10,0 J. A aplicação de LEDT (630 nm) reduz a lesão inflamatória nas fibras musculares de ratos submetidos ao exercício. A dose de 4,2 J induziu melhor efeito anti-inflamatório e antinociceptivo do que as doses de 1,2 e 10,0 J.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 1070197 - CRISTIANE BANI CORREA
Presidente - 1698148 - ENILTON APARECIDO CAMARGO
Externo ao Programa - 2034694 - KARINA LAURENTI SATO
Notícia cadastrada em: 09/02/2017 08:05
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