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Banca de QUALIFICAÇÃO: AUDERLAN MENDONÇA DE GOIS

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: AUDERLAN MENDONÇA DE GOIS
DATA: 27/01/2016
HORA: 14:00
LOCAL: A definir
TÍTULO: AVALIAÇÃO DAS ALTERAÇÕES MOTORAS, COMPORTAMENTAIS E HISTOPATOLÓGICAS APÓS INJEÇÃO INTRACEREBROVENTRICULAR DE LÍQUIDO CEFALORAQUIDIANODE PACIENTES COM ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA.
PALAVRAS-CHAVES: A definir
PÁGINAS: 1
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Fisiologia
RESUMO:

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa progressiva, que afeta o sistema motor somático através da degeneração dos neurônios motores superiores e inferiores. Um dos biomarcadores potenciais para o início da doença foi identificado no líquido cefalorraquidiano (LCR) de pacientes com ELA.Além disso, evidências apontam que oLCR apresenta fatores difusíveis que podem provocar lesões em neurônios motores.Modelos animais que expressam genes mutantes associados a ELA, foram criados para o estudo dos mais diversos mecanismos etiopatológicos que se manifestam de forma similar ao que ocorrem em pacientes com ELA. Entretanto, esses modelos representam melhor a etiologia da doença em casos familiares e, apesar da semelhança entre casos familiares e esporádicos, ainda não se tem um modelo animal que represente características da doença na forma esporádica. Diante disso, o objetivo do trabalho é avaliar as alterações motoras, comportamentais e histológicas após injeção intracerebroventricular(i.c.v.) de LCRde pacientes com ELA esporádica em ratos Wistar. Foram ultilizados 43 ratos Wistar machos, com idade entre 6-8 meses, provenientes do Biotério setorial do Departamento de Fisiologia da Universidade Federal de Sergipe. O trabalho foi dividido em 2 experimentos: (1) com uma única administração de i.c.v. de LCR e(2) com administrações repetidas i.c.v. de LCR. No experimento 1 os animais foram divididos em 3 grupos, controle (LCR-CTR, solução de LCR artificial, n=7), não-ELA (LCR-N-ELA, LCR de pacientes sem doenças neurológicas, n=6) e ELA (LCR-ELA, LCR de paciente com ELA esporádica) que receberam uma única injeçãoi.c.v. no volume de 7,5 µL e após uma semana foram submetidos aos testes comportamentais: teste de força, catalepsia, campo aberto e teste de marcha uma vez por semana durante 30 dias. No experimento 2 os animais foram divididos em 3 grupos, controle (LCR-CTR, n=6), Não-ELA (LCR-N-ELA, n=8) e ELA (LCR-ELA, n=9) que receberam uma injeção diária, durante 6 dias, i.c.v. no volume de 5 µL. Ao longo do tratamento, os animais foram submetido aos teste comportamentais: teste de força, catalepsia, campo aberto e teste de marcha.Após os testes de comportamento em ambos experimentos, os ratos foram anestesiados, perfundidos, suas medulas removidas e submetidas à análise histológica pela técnica de hematoxilina-eosina para observação morfológica geral. Foi observado no experimento 1 que houve alteração motora no teste de força, campo aberto e no teste de marcha. No experimento 2, foi observado alteração motora na catalepsia, campo aberto e no teste de marcha. Os dados apresentados neste estudo reforçam a possibilidade do LCR de pacientes com ELA apresentarem possíveis proteínas causadoras de sintomas semelhantes aos vistos em casos de ELA.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 1754501 - JEISON SATURNINO DE OLIVEIRA
Presidente - 2225863 - MURILO MARCHIORO
Interno - 1694364 - SANDRA LAUTON SANTOS
Notícia cadastrada em: 11/01/2016 09:00
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