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Banca de DEFESA: ELOAR BARRETO FEITOZA SÁ

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ELOAR BARRETO FEITOZA SÁ
DATA: 22/02/2021
HORA: 14:00
LOCAL: Videoconferência
TÍTULO: Argumentação de Estudantes da EJA-Ensino Médio no Processo de Aprendizagem de Matemática
PALAVRAS-CHAVES: Argumentação em Matemática. Estudantes da EJA. Estrutura do Argumento.
PÁGINAS: 174
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Educação
SUBÁREA: Tópicos Específicos de Educação
ESPECIALIDADE: Educação de Adultos
RESUMO:

Neste estudo, abordamos a argumentação em matemática. A habilidade de argumentar tende a ser associada ao desenvolvimento da criticidade, uma vez que ela pode favorecer o pensamento reflexivo, a produção do conhecimento e, por conseguinte, o processo de aprendizagem (LEITÃO, 2011). Considerando-a como a expressão do raciocínio, ela tem relevante relação com habilidades matemáticas a serem desenvolvidas em ambiente escolar. Na Educação Matemática, „raciocinar‟, „representar‟, „argumentar‟ e „comunicar‟ vinculam-se ás competências e habilidades consideradas fundamentais à aprendizagem e ao desenvolvimento do aluno, conforme evidenciado pela Base Nacional Curricular Comum (BNCC). Essas capacidades articulam-se mediante uma produção de justificativas, pelos estudantes, para resultados alcançados durante a resolução de determinados problemas (BRASIL, 2017). Neste contexto, o nosso objetivo com o presente estudo é examinar aspectos de argumentos emitidos por estudantes da modalidade de ensino Educação de Jovens e Adultos – Ensino Médio (EJAEM) em respostas que apresentam a questões matemáticas. Trata-se de uma pesquisa com abordagem qualitativa, cuja natureza corresponde a um estudo de caso. A sua realização ocorreu em quatro momentos. No primeiro, realizamos observações de algumas das aulas remotas do(a)s professore(a)s de Matemática de seis turmas do nível de ensino foco do estudo. Antes disso, entrevistamos os referidos professore(a)s em busca de informações sobre a sua trajetória docente, os seus planejamentos de aulas, o ensino da disciplina e o seu conhecimento sobre argumentação. Num segundo momento, levantamos dados para a caracterização do(a)s aluno(a)s participantes, bem como da relação destes com a matemática, a partir da aplicação de um questionário. O terceiro e o quarto momentos correspondem, respectivamente, à aplicação individual de uma lista com questões que envolvem a matemática de maneira a possibilitar a emissão de argumentos e uma discussão em grupo para alcance coletivo de soluções para outras questões com matemática. Examinamos as respostas que obtivemos com as listas individuais e procuramos classificar as justificativas, sempre que possível, a partir dos tipos de provas de Balacheff (1988). Para as respostas e justificativas elaboradas pelos estudantes coletivamente, adotamos o modelo de Toulmin (1958) procurando identificar os elementos constituintes dos argumentos construídos. Como resultado, notamos uma fragilidade na elaboração de argumentos pelo(a)s aluno(a)s nas questões que envolvem matemática utilizadas, especialmente quando esses argumentos são produzidos individualmente através da escrita. Assim, uma quantidade significativa das respostas apresentadas por escrito não tinham informações suficientes que nos permitissem uma classificação dos tipos de provas. No caso dos argumentos produzidos a partir de uma comunicação em duplas, constatamos a predominância de justificativas constituídas pela descrição do raciocínio adotado por um dos componentes de cada dupla.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1708198 - JOAO PAULO ATTIE
Interno - 472.701.795-49 - ADJANE DA COSTA TOURINHO E SILVA
Externo à Instituição - AFONSO HENRIQUES
Notícia cadastrada em: 10/02/2021 08:25
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