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Banca de QUALIFICAÇÃO: UILDE DE SANTANA MENEZES

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: UILDE DE SANTANA MENEZES
DATA: 14/09/2016
HORA: 14:00
LOCAL: Sala de reuniões do PPGECIMA
TÍTULO: OS DESAFIOS DOS PROFESSORES DE QUÍMICA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
PALAVRAS-CHAVES: Educação Inclusiva; Alunos com Necessidades Educacionais Especiais;Políticas Públicas Inclusivas; Ensino de Química, , Análise Textual Discursiva
PÁGINAS: 90
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Educação
SUBÁREA: Tópicos Específicos de Educação
ESPECIALIDADE: Educação Especial
RESUMO:

A presença de alunos com necessidades educacionais especiais – NEE nas salas de aula do ensino regular torna-se a cada dia uma realidade mais marcante, sendo tal condição inerente a uma sociedade que se pretende mais igualitária e democrática. A educação tem trilhado caminhos para a inclusão de alunos com algum tipo de deficiência ou NEE nas escolas, de modo a não segregá-los dos demais e prepará-los para sua atuação em sociedade, partindo de uma legislação que busca assegurar a Educação Inclusiva nas instituições escolares públicas e privadas. Parte-se do pressuposto de que o conhecimento científico tem papel importante na construção da autonomia das pessoas e que, desta forma, a qualquer momento o professor pode se deparar com aluno NEE em sala de aula. Diante dessa situação, as discussões apresentadas nessa dissertação originam-se de uma pesquisa que teve por objetivo analisar as concepções de um grupo de professores de química da Educação Básica acerca dos desafios enfrentados e das estratégias didáticas utilizadas para atender os alunos com necessidades educacionais especiais (NEE). Através de um estudo de caso, buscou-se investigar o (des)preparo pedagógico dos professores de química para o trabalho com alunos NEE, principalmente no que se refere a sua formação e às políticas públicas de inclusão escolar, como base orientadora no trabalho dos docentes com estes discentes. Considera-se essencial entender como os professores se sentem em relação ao trabalho em sala de aula com tais alunos, tendo em vista que esta é, ainda, uma vertente pouco “pesquisada” do tema educação inclusiva. Os dados foram obtidos em duas etapas: a primeira envolveu a aplicação de questionários e, a segunda, a técnica de grupo focal, a qual foi desenvolvida com seis professores de química de escolas da rede estadual e particular da região centro-sul do estado de Sergipe. O trabalho com o grupo focal possibilitou ampliar a expressão dos sujeitos da pesquisa por meio de sua participação nas discussões e reflexões voltadas para as suas necessidades frente à diversidade da sala de aula. Os dados obtidos foram submetidos à Análise Textual Discursiva, apresentada por Moraes e Galiazzi (2011), a qual se desenvolve por meio de três principais etapas: unitarização, categorização e elaboração de metatexto. Os dados até o momento obtidos expressam o quanto os professores se sentem inseguros e desamparados diante do aluno com NEE, embora, por outro lado, alguns apresentem iniciativas relevantes em meio a esse quadro. Isso ressalta a necessidade de formação e suporte para os profissionais envolvidos no processo de inclusão, bem como mais apoio e orientação por parte das políticas públicas que favoreçam a melhoria do trabalho pedagógico dos professores com alunos NEE.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1039338 - ADJANE DA COSTA TOURINHO E SILVA
Interno - 2205727 - VERONICA DOS REIS MARIANO SOUZA
Externo à Instituição - Gerson de Souza Mól
Notícia cadastrada em: 27/08/2016 11:17
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