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Banca de QUALIFICAÇÃO: JOÃO ROGERIO MENEZES DE SANTANA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOÃO ROGERIO MENEZES DE SANTANA
DATA: 05/07/2013
HORA: 09:00
LOCAL: A DEFINIR
TÍTULO: SEXUALIDADE E GÊNERO: PERCEPÇÕES DE ESTUDANTES E PROFESSORAS DO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE ITABAIANA
PALAVRAS-CHAVES: Sexualidade. Gênero. Educação.
PÁGINAS: 166
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Educação
SUBÁREA: Ensino-Aprendizagem
ESPECIALIDADE: Métodos e Técnicas de Ensino
RESUMO:

Não são recentes, mas são recorrentes os estudos sobre sexualidade e gênero no espaço escolar. Pesquisadoras e pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento têm se dedicado às investigações científicas sobre temáticas relativas às diferenças nas diversas sociedades. Em Sergipe, tais práticas científicas não poderiam ser excluídas deste cenário. Trabalhos como os de Barreto (2009), Oliveira (2006) e Santos (2010) são exemplos disso. No entanto, ainda são raros os trabalhos que tomam crianças como sujeitos desses estudos. Assim, o trabalho aqui apresentado teve como objetivo analisar percepções de alunas e alunos do 5º ano do Ensino Fundamental (EF) e de suas professoras sobre sexualidade e gênero e a relação dessas categorias com a educação. Entre os principais aportes teóricos dos estudos destacamos: Foucault (2011), Louro (2011), Del Priore (2011), Castells (2010), entre outros. Como sujeitos temos 35 (trinta e cinco) estudantes do 5º ano do EF de uma escola da Rede Municipal de Itabaiana-Sergipe e 3 (três) professoras da referida turma. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, que articula o olhar etnográfico na perspectiva da etnografia da prática escolar, referendada por André (2010), com a abordagem sociohistórica em uma aproximação com Bakhtin (2003). O trabalho tem como eixos temáticos: a) Sexualidade e Corpo; b) Visões Sobre Gênero; c) Sexualidade, Gênero e Prática Escolar e está dividido em três capítulos, que tratam sobre sexualidade, gênero e educação. O estudo aponta, entre outras coisas, que os profissionais da escola, bem como as famílias dos/as estudantes, não se sentem seguras quando temas dessa natureza são abordados no ambiente escolar. Assim, os adultos apresentam certo desconforto quando as crianças demonstram interesse em conhecer e aprender sobre essas temáticas. Percebe-se a necessidade de transformações de concepções, procedimentos e atitudes sobre a sexualidade humana e as relações de gênero na escola como contributo para superação do determinismo de papeis sociais e dos preconceitos e discriminações nas políticas e práticas cotidianas da sociedade, possibilitando que as novas gerações usufruam de direitos fundamentais do Ser Humano como o direito à liberdade, à dignidade e ao respeito em todas as formas e expressões.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1545817 - MARIA BATISTA LIMA
Interno - 1212624 - EDINEIA TAVARES LOPES
Externo à Instituição - MARCOS LOPES DE SOUZA
Notícia cadastrada em: 27/06/2013 22:06
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