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Banca de DEFESA: INGRID CARVALHO SANTOS OLIVEIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: INGRID CARVALHO SANTOS OLIVEIRA
DATA: 27/02/2020
HORA: 15:30
LOCAL: AUDITÓRIO PRODEMA
TÍTULO: ÁGUAS URBANAS: ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE (APPs) DO RIO POXIM EM ARACAJU/SE
PALAVRAS-CHAVES: Aracaju; Áreas de Preservação Permanente; Indicadores de Sustentabilidade Ambiental; Rio Poxim.
PÁGINAS: 148
GRANDE ÁREA: Outra
ÁREA: Ciências Ambientais
RESUMO:

As Áreas de Preservação Permanente – APPs - são regulamentadas pela Lei Federal 12.651 de 25/05/2012 e devem ser alvo de preocupação, no processo de planejamento urbano, devido à importância das mesmas para a qualidade da vida da população e manutenção de alguns ecossistemas, tais como dunas, manguezais e restingas. Esse estudo objetivou avaliar a sustentabilidade socioambiental das Áreas de Preservação Permanente do rio Poxim, em Aracaju/SE. A escolha do recorte espacial da pesquisa deu-se em virtude das APPs desse rio serem margeadas por bairros populosos e que impactam diretamente o rio Poxim. Os bairros são: Coroa do Meio, Farolândia, Inácio Barbosa, Jabotiana Jardins e São Conrado. Para a construção desse estudo, partiu-se do método estruturalista a partir do modelo P-E-R (Pressão-Estado-Resposta), sendo a metodologia seccionada em três etapas: documental, visitas técnicas e sistematização de dados, comportando diversos procedimentos metodológicos, desde a coleta de dados primários e secundários, em distintas fontes, incluindo visitas in loco, registro fotográfico e observação da paisagem, finalizando com a confecção de cartogramas e análise das informações. Os resultados estão apresentados através de textos, mapas, quadros, e fotografias, buscando-se responder a hipótese e as questões levantadas; além de compreender a situação existente da área de estudo para, posteriormente, apresentar diretrizes que possam contribuir com a sustentabilidade ambiental, econômica e social dos trechos pesquisados. Entende-se que é necessário avaliar estas áreas, pois estas são responsáveis por contribuir com a qualidade de vida e bem-estar da população, além de participar na regularização dos serviços ecossistêmicos. Dentre os resultados, destaca-se que 15% da faixa das APPs do recorte espacial encontram-se ocupadas; 6,43% são áreas protegidas pelo município; 2,52% são áreas voltadas a praças e parques; e 0,61% é o quantitativo direcionado aos órgãos municipais, voltados ao meio ambiente. As maiores fragilidades das áreas de estudo são: a ocupação em áreas de APPs; poucos Espaços Livres públicos voltados às práticas sociais; ausência de manutenção das áreas de lazer e recreação existentes; efluentes, sem o devido tratamento, lançados diretamente no rio Poxim; e pouca/inexistência de fiscalização e sinalização para proteção de áreas frágeis ambientalmente. Como potencialidades, destacam-se as iniciativas (individuais e coletivas) de práticas voltadas à educação ambiental. Espera-se que este estudo avance os limites acadêmicos e contribua atuando como plano de ação na criação e execução de políticas públicas voltadas às APPs do Rio Poxim e seu entorno.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1807439 - JAILTON DE JESUS COSTA
Interno - 279481 - ROSEMERI MELO E SOUZA
Externo ao Programa - 1068335 - ANTONIO CARLOS CAMPOS
Notícia cadastrada em: 19/02/2020 09:14
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