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Banca de DEFESA: DANIELA MONIQUE GUIMARÃES MENEZES

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: DANIELA MONIQUE GUIMARÃES MENEZES
DATA: 28/02/2018
HORA: 11:00
LOCAL: PRODEMA
TÍTULO: QUALIDADE DA PAISAGEM NO CAMPO PETROLÍFERO DE CARMÓPOLIS: CASO DO MUNICÍPIO DE JAPARATUBA - SERGIPE
PALAVRAS-CHAVES: Qualidade da paisagem. Petróleo. onshore
PÁGINAS: 114
GRANDE ÁREA: Outra
ÁREA: Ciências Ambientais
RESUMO:

A exploração mineral do petróleo é parte integrante de uma extensa cadeia produtiva iniciada na realização de estudos prévios que viabilizam ou não o estabelecimento da atividade e finaliza no comércio dos mais variados produtos, a partir da matéria-prima petróleo. Considerando a grandiosidade desta atividade que, além de extensa, é onerosa e impactante ao meio ambiente, a política energética nacional, instituída através da promulgação da Lei Federal nº 9.478/1997, objetiva regulamentar toda a cadeia de produção do petróleo no país. Assim sendo, a dimensão da exploração do petróleo torna imprescindível a adequação de todas as etapas relacionadas à esta atividade, de acordo com os preceitos do desenvolvimento sustentável, através do licenciamento ambiental, que é um instrumento de gestão ambiental, definido pela Lei Federal nº 6938/1981, que analisa desde os estudos prévios, até os processos para a implantação da atividade e suas estruturas de apoio, seus impactos e define, por meio das condicionantes, a mitigação destes. Ressaltando que, que cada etapa da exploração onshore é passível ao licenciamento ambiental realizado pelo órgão ambiental estadual competente. Os impactos da exploração petrolífera na plataforma continental afetam diretamente os aspectos ambientais, são exemplos, supressão de vegetação nativa, alterações na qualidade da água, do solo, do ar e biomassas. Todos estes estão relacionados às alterações da paisagem, deste modo, esta pesquisa analisou a qualidade da paisagem do município de Japaratuba, parte integrante do Campo Petrolífero de Carmópolis, através do mapeamento do uso do solo japaratubense; da identificação dos componentes da paisagem; do mapeamento da qualidade da paisagem no município e definindo o Índice de Qualidade da Paisagem municipal para os anos de 2003 e 2017, comparando-os entre si. Foram identificadas 11 classes de uso do solo, sendo as mais representativas aquelas com finalidade econômica, como a Pastagem que representou em 2017, mais de 50% da ocupação do território municipal. A janela temporal de 14 anos adotada por esta pesquisa foi justificada pela representatividade de Japaratuba no que se refere à produção de petróleo no estado de Sergipe. Em ambos os anos estudados, a qualidade da paisagem em Japaratuba permaneceu inalterada, sendo classificada como regular


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 3185055 - GICÉLIA MENDES DA SILVA
Externo à Instituição - IVANA SILVA SOBRAL
Presidente - 2273536 - LAURA JANE GOMES
Externo à Instituição - LUIZ CARLOS SOUSA SILVA
Notícia cadastrada em: 23/02/2018 16:52
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