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Banca de DEFESA: CLAUDIA FERNANDA TEIXEIRA DE MELO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CLAUDIA FERNANDA TEIXEIRA DE MELO
DATA: 05/03/2013
HORA: 14:00
LOCAL: PRODEMA
TÍTULO:

EDUCAÇÃO E CULTURA NO PROCESSO DE VALORAÇÃO DO TERRITÓRIO AMBIENTAL.


PALAVRAS-CHAVES:

Território ambiental, cultura, pertencimento e espaço escolar.


PÁGINAS: 100
GRANDE ÁREA: Outra
ÁREA: Ciências Ambientais
RESUMO:

Entender o território ambiental como espaço de valoração, internalização e pertencimento numa perspectiva educacional, permite uma conexão entre os principais conceitos de território, territorialidade e cultura. Na intenção de analisar como ocorre a valoração do território a partir do ambiente escolar da zona rural, enfatiza-se a necessidade em buscar nos sujeitos a essência e legitimação de valores reais e apropriados, que revelem os sentimentos de pertencimento que caracterizam suas territorialidades. Nesse contexto, a Educação de Jovens e Adultos – EJA, como uma das atuais prioridades da educação brasileira, é fato que justifica a necessidade de estudos sobre a diversidade cultural em resposta ao pertencimento local, com base nas suas vivências e experiências comuns da comunidade que pertençam. A presente pesquisa tem como principal objetivo, investigar como ocorre a internalização do território cultural por alunos de escolas da EJA da zona rural do município de Garanhuns-PE. A questão a ser pesquisada está posta no estudo sobre como os sujeitos das escolas da zona rural vivenciam e internalizam o sentimento de pertencimento. Para tal, utilizou-se como perspectiva metodológica o método de investigação por meio da observação, contando com etapas descritivas e de análises qualitativas. A coleta de dados foi conduzida em três etapas distintas: (1) levantamento de dados sobre as escolas em análise; (2) entrevistas semiestruturadas com os professores e (3) intervenções e vivências em sala de aula com os alunos. Para a análise e categorização dos dados coletados na pesquisa foi utilizada como técnica a “Análise de Conteúdo” segundo Bardin (2011). Assim, diante das reflexões a partir dos referenciais teóricos e resultados obtidos, os resultados confirmaram a hipótese de que a valoração da identidade cultural pelos alunos permite a valoração do território ambiental, demonstrando que esses sujeitos podem ser protagonistas das melhorias no seu ambiente. Implícita ou explicitamente os alunos mostraram que internalizam o sentido de pertencimento em relação ao local de vivência e, mesmo sem uma percepção mais consciente dos territórios percebem que são agentes de transformação dos mesmos. Desse modo, conclui-se que, o território ambiental pode ser apreendido por meio das múltiplas relações de valoração de um lugar, através de processos que envolvam a educação e a cultura. O grupo, o lugar e o indivíduo, num movimento de interconexões, promovem sentidos para a territorialidade, constituindo assim o território ambiental. O território ambiental é então resultado das relações do indivíduo com o seu espaço de vivência, mediadas pelo ambiente, pela cultura e pela educação.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 982973 - GENESIO JOSE DOS SANTOS
Presidente - 3185055 - GICELIA MENDES DA SILVA
Interno - 2222763 - MARIA JOSE NASCIMENTO SOARES
Notícia cadastrada em: 28/02/2013 10:34
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