A UFS preocupa-se com a sua privacidade

A UFS poderá coletar informações básicas sobre a(s) visita(s) realizada(s) para aprimorar a experiência de navegação dos visitantes deste site, segundo o que estabelece a Política de Privacidade de Dados Pessoais. Ao utilizar este site, você concorda com a coleta e tratamento de seus dados pessoais por meio de formulários e cookies.

Ciente
Notícias

Banca de DEFESA: AMANDA MENDONÇA HUGHES CARVALHO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: AMANDA MENDONÇA HUGHES CARVALHO
DATA: 29/01/2021
HORA: 14:00
LOCAL: Vídeo conferência
TÍTULO: Gonadotrofina coriônica equina (eCG) para indução de estro em cadelas
PALAVRAS-CHAVES: Citologia vaginal, hormônio, ultrassonografia Doppler, reprodução canina.
PÁGINAS: 37
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Zootecnia
RESUMO:

O ciclo estral das cadelas e suas técnicas de manipulação ainda não são totalmente esclarecidos, a citologia vaginal é amplamente utilizada há muitos anos para estimar a fase do ciclo estral e a avaliação ultrassonográfica em modo B e dopplerfluxométrica ovariana vem sendo aprimorada para auxiliar na detecção do estro e estimar o momento da ovulação. Este estudo foi dividido em dois experimentos, o primeiro foi realizado com 8 animais em anestro, sendo que metade deles (grupo I) recebeu 0,5 ml de solução salina subcutânea (SC) por cinco dias, e a outra metade (grupo II) 30 UI/kg de gonadotrofina coriônica equina intramuscular (IM) por cinco dias. Todas as cadelas que entraram em estro foram inseminadas artificialmente com sêmen fresco no terceiro (D3) e quinto (D5) dias do estro. No experimento 2 foram selecionadas três cadelas que apresentaram estro espontaneamente (grupo III) para efeito de comparação com as cadelas em que o estro foi induzido com sucesso no grupo II. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso, com medidas repetidas no tempo, foi realizado teste T para comparação de médias entre os dias 1 e 7 da avaliação ultrassonográfica. Os animais do grupo I permaneceram em anestro, no grupo 2 a taxa de indução de estro foi de 75% detectado por citologia vaginal e exame clínico, e, destas, 66,67% ficaram gestantes. Os valores de valores de IP e IR não foram significativos na comparação entre os grupos II e III, houve diferença significativa nos os valores de VPS e EDV, que foram superiores nos animais tratados hormonalmente, estes também apresentaram um maior volume ovariano. Concluímos que o tratamento com gonadotrofina coriônica equina é eficiente para indução do estro em cadelas, havendo necessidade de mais estudos para otimizar os resultados e determinar um melhor ajuste em dose e tempo de repetição.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1645905 - ANSELMO DOMINGOS FERREIRA SANTOS
Externo à Instituição - CAMILLA MENDONCA SILVA
Interno - 481.176.765-91 - HYMERSON COSTA AZEVEDO

Notícia cadastrada em: 29/01/2021 04:44
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS - - | Copyright © 2009-2022 - UFRN - bemtevi1.bemtevi1 v3.5.16 -r18160-36a7f68df5