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Banca de QUALIFICAÇÃO: CAMILO AZEVEDO SANTOS

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CAMILO AZEVEDO SANTOS
DATA: 05/03/2018
HORA: 14:00
LOCAL: Mini Auditório do PROZOOTEC/UFS
TÍTULO: Características Qualitativas da carne de cordeiros ½ Dorper + ½ Santa Inês abatidos com diferentes espessuras de gordura subcutânea
PALAVRAS-CHAVES: cor, gordura intramuscular, longissimus lumborum, ovinos, qualidade de carne, ultrassom.
PÁGINAS: 40
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Zootecnia
SUBÁREA: Produção Animal
RESUMO:

O presente estudo buscou avaliar física e quimicamente a carne de cordeiros ½ Dorper + ½ Santa Inês abatidos com 2,0 mm, 3,0 mm e 4,0 mm de espessura de gordura subcutânea (EGS). O experimento foi realizado em parceria com a Fazenda Canafístula, localizada no estado de Sergipe, no município de Nossa Senhora das Dores. Desmamados em uma mesma estação de monta, 24 cordeiros machos, não castrados, ½ Dorper + ½ Santa Inês, foram distribuídos e confinados ao acaso em três baias coletivas. Em períodos de 15 dias, os animais eram pesados e mensurada sua EGS. Atingida a EGS anteriormente estipulada, os cordeiros foram abatidos e colhidos os parâmetros de pH após 1 hora e após 24 horas. Além disso, as EGS foram mensuradas com paquímetro e através de fotografias do músculo Longissimus lumborum entre a 12ª e 13ª vértebras. Além disso, foram realizadas medidas da cor da carne e gordura, para os parâmetros de luminosidade, intensidade de vermelho, intensidade de amarelo, (L*, a* e b*), respectivamente, a partir de cujos dados foram obtidas tonalidade e croma. Ainda no músculo Longissimus lumborum entre a 12ª e 13ª vértebras, com auxílio do programa ImageJ®, foram obtidos dados como a área de olho de lombo (AOL), profundidade, comprimento e grau de marmoreio desse músculo. Para as características químicas, foram avaliados umidade, proteína, cinzas e lipídios totais. Os dados foram submetidos a uma análise de variância e submetidos ao teste Student com significância (p = 0,05). As EGS ao abate encontradas com o auxílio do paquímetro mostraram diferenças para 2,0 mm, 3,0 mm e 4,0 mm de EGS. Já a mensuração da EGS por fotografia, apresentou diferença apenas para o tratamento com 2,0 mm de EGS. Para o pH com 1 horas e 24 horas após o abate, profundidade, comprimento, AOL, grau de marmoreio, cor da carne e gordura para os parâmetros de L*, a*, b*, tonalidade e croma não apresentaram diferenças entre os cordeiros abatidos com diferentes EGS. Em relação a quantidade de umidade, proteína, cinzas e lipídios totais na carne de cordeiros abatidos com 2,0 mm, 3,0 mm e 4,0 mm de EGS, também não apresentaram diferenças significativas (p = 0,05). Logo, as características físico-químicas não permitem orientar a espessura de gordura subcutânea ideal para o abate dos cordeiros DSI.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 210.706.950-68 - FRANCISCO DE ASSIS FONSECA DE MACEDO
Interno - 1366651 - GLADSTON RAFAEL DE ARRUDA SANTOS
Externo ao Programa - 1879181 - LISIANE DOS SANTOS FREITAS

Notícia cadastrada em: 27/02/2018 09:09
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