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Banca de DEFESA: LUCAS BARBOSA BRANDÃO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LUCAS BARBOSA BRANDÃO
DATA: 18/02/2020
HORA: 14:00
LOCAL: Mini auditório do CCET
TÍTULO: DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS CINÉTICOS E DIMENSIONAMENTO DE UM REATOR BATELADA PARA EXTRAÇÃO DE ASTAXANTINA DE RESÍDUOS DO CAMARÃO BRANCO DO PACÍFICO (L. vannamei)
PALAVRAS-CHAVES: Astaxantina; extração; resíduos de camarão.
PÁGINAS: 81
GRANDE ÁREA: Engenharias
ÁREA: Engenharia Química
SUBÁREA: Tecnologia Química
ESPECIALIDADE: Tratamentos e Aproveitamento de Rejeitos
RESUMO:

Durante o processo de beneficiamento do camarão, os resíduos gerados apresentam diversas moléculas com grande potencial econômico quando recuperadas, entre elas, temos a astaxantina. A astaxantina é um pigmento natural de cor vermelha amplamente empregado na aquicultura como aditivo na alimentação de salmonídeos (salmões e trutas). O mercado comercial é dominado pela astaxantina sintética e uso de solventes orgânicos. Todavia, nos últimos anos, alternativas vêm sendo buscadas para que a produção de astaxantina natural seja possível, tornando-se uma opção e um substituto à astaxantina sintética. A extração de astaxantina com óleos vegetais/éster de óleos vegetais é um desses métodos. O método aproveita a lipossolubilidade da astaxantina para a obtenção da molécula. O objetivo do presente trabalho foi dimensionar um reator batelada para extrair astaxantina dos resíduos de camarão-branco do Pacífico. Para isso, foram realizados experimentos em escala de bancada para avaliar a influência da temperatura, da razão de solvente/resíduo e da agitação no rendimento de extração e determinar o solvente ótimo e as condições ótimas de obtenção de astaxantina. Os melhores resultados encontrados foram 128,47 µg/g para a extração em óleo de soja e 107,16 µg/g para a extração em éster metílico de óleo de soja. Em baixas temperaturas (30º e 60ºC), o éster metílico apresentou melhor rendimento de extração do que em óleo de soja devido a sua baixa viscosidade. Já em altas temperaturas (90ºC), o rendimento das duas extrações foi semelhante. Todavia, o custo de obtenção do éster fez com que o óleo seja uma melhor alternativa como solvente de extração. A extração foi bem representada por um modelo cinético de primeira ordem com degradação. Os valores para as velocidades específicas de reação, k1 e k2, de 3,2 x 10-2 min-1 e 1,58 x 10-2 min-1 e serviram como base para o dimensionamento de um reator batelada para extração de astaxantina prevendo uma 50g de astaxantina/dia. O volume necessário considerando uma margem de segurança de 30% foi de 1,5 m³. A relação dos parâmetros geométricos do reator de bancada/ reator ficaram em 10x maior. O dimensionamento do reator é uma ótima maneira de aliar a recuperação de moléculas com grande valor comercial e aplicação com a redução do descarte de poluentes no meio ambiente.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2178474 - ROBERTO RODRIGUES DE SOUZA
Interno - 2581604 - CRISTINA FERRAZ SILVA
Externo ao Programa - 2632257 - JACQUELINE REGO DA SILVA RODRIGUES
Externo à Instituição - DIEGO DE FREITAS COELHO

Notícia cadastrada em: 18/02/2020 09:30
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