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Banca de DEFESA: JOSÉ AGUIAR DOS SANTOS JUNIOR

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSÉ AGUIAR DOS SANTOS JUNIOR
DATA: 28/07/2017
HORA: 14:00
LOCAL: Mini-Auditório do CCET
TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE UM SECADOR TIPO ESTEIRA CIRCULAR ASSISTIDO POR AQUECIMENTO INFRAVERMELHO PARA A SECAGEM DE BAGAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR
PALAVRAS-CHAVES: Secador tipo esteira, aquecimento infravermelho, biomassa
PÁGINAS: 96
GRANDE ÁREA: Engenharias
ÁREA: Engenharia Química
SUBÁREA: Operações Industriais e Equipamentos para Engenharia Química
ESPECIALIDADE: Operações de Separação e Mistura
RESUMO:

Dada a importância da secagem em diversos setores industriais e o alto consumo energético envolvido nesse tipo de processo, desenvolveu-se nesse trabalho um secador tipo esteira, assistido por uma fonte alternativa de energia eletromagnética na região do infravermelho. A etapa inicial do projeto foi a identificação das necessidades, possíveis configurações foram analisadas e após a seleção da melhor configuração foi realizado o detalhamento do projeto, através do dimensionamento mecânico, elétrico e instrumentação. Em seguida, ocorreu a construção, montagem e operação do protótipo. Para avaliar o desempenho do secador tipo esteira foi utilizado bagaço de cana-de-açúcar, já que a remoção de umidade proporciona o aumento do potencial energético do bagaço. O bagaço da cana-de-açúcar, resíduo final da retirada do caldo da cana-de-açúcar (Saccharum Officinarum), é uma das matérias primas de biomassa mais utilizadas no Brasil. Foi realizada a preparação e caracterização física do bagaço de cana, com teor de umidade inicial de 64,94 ± 0,54% em b.u.. A secagem foi realizada em camada fina, com temperaturas da fonte em 300, 400 e 500°C e velocidades de esteira de 2,0, 3,5 e 5,0 rpm, além de experimentos em leito fixo. Durante o processo de secagem foi avaliada a alteração do teor de umidade e da temperatura do bagaço ao longo do tempo, a fim de estudar o comportamento cinético do processo, também foi monitorado o consumo energético. Para o bagaço de cana atingir a umidade de equilíbrio, aproximadamente 0,05 em base seca, o tempo necessário foi de 274, 154, 90 min para as temperaturas de 300, 400 e 500°C e velocidade de esteira de 2,0 rpm, respectivamente. Para as velocidades de 3,5 e 5,0 rpm resultados próximos foram encontrados. Para a condição de leito fixo verificou-se que o tempo necessário para alcançar a umidade de equilíbrio foi de aproximadamente 116, 60 e 44 min para as temperaturas de 300, 400 e 500°C, respectivamente. Os valores de difusividade de umidade efetiva encontrados variaram de 3,959x10-11 e 4,012x10-10 m2/s. As curvas da cinética de secagem foram avaliadas para cinco modelos presentes na literatura para a secagem em camada fina, o modelo selecionado foi o de Midilli. A partir da análise de variância (ANOVA) e do diagrama de Pareto com nível de significância de 5%, percebeu-se que o único efeito significativo foi o termo linear da temperatura. O consumo de energia específica em kWh/g de água foi entre 0,122 e 0,543. A máxima eficiência encontrada foi de 21,84% para a temperatura da fonte IV de 500 °C e leito fixo. Já a maior eficiência para a esteira em movimento foi de 8,78%, na temperatura da fonte IV de 500°C e velocidade de esteira de 2,0 rpm.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1452214 - MANOEL MARCELO DO PRADO
Interno - 1708289 - LUANDA GIMENO MARQUES
Externo à Instituição - ODELSIA LEONOR SÁNCHEZ DE ALSINA

Notícia cadastrada em: 20/07/2017 14:21
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