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Banca de QUALIFICAÇÃO: MARIA AMENILDES SILVA LIMA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIA AMENILDES SILVA LIMA
DATA: 30/03/2017
HORA: 14:00
LOCAL: Auditório do Polo de Gestão
TÍTULO: O pensar e o agir do farmacêutico na produção do cuidado em saúde
PALAVRAS-CHAVES: Cuidado; Papel do Farmacêutico; Competência Clínica; Formação de Conceito; Relações Farmacêuticos-Paciente.
PÁGINAS: 40
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
RESUMO:

Recente profusão de novos papéis profissionais do farmacêutico e mudanças nas
práticas da farmácia têm sido descritas mundialmente e exercem impacto no tipo de
cuidado provido e nas formas de sua provisão. O interesse deste estudo é identificar
as concepções de cuidado, que, apesar de ser uma expressão comumente usada no
cotidiano, é pouco explorada em termos conceituais. Este estudo teve como objetivo
identificar as concepções que o farmacêutico, que exerce a farmácia clínica, tem
sobre o cuidado. A Metodologia de Análise Qualitativa de Concepção foi aplicada em
suas três fases: Identificação dos Atributos, Verificação dos Atributos e Identificação
das Manifestações do Conceito. Na primeira fase, os atributos abstratos e universais
do conceito foram identificados, utilizando-se a Análise Crítica da Literatura, que
resultou no estudo de 24 publicações, que abordaram de forma direta ou indireta o
cuidado farmacêutico, ou seja, artigos sobre dispensação, serviços farmacêuticos,
assistência farmacêutica e atenção farmacêutica que no olhar da pesquisadora traria
dentro do seu texto, explícito ou implicitamente, o pensar do autor sobre cuidado
centrado no paciente.
Os dados preliminares indicaram ter o paciente como o centro do cuidado, ter
finalidades e intencionalidade como atributos principais do papel clínico. O
desempenho do papel clínico requer que o farmacêutico tome posse da autonomia
clínica, que a exerça nas interações e nas ações junto ao paciente e se perceba
empodeirado por esse exercício. Papel clínico é uma competência que se articula
como uma forma de poder, mediado pela autonomia clínica. A autonomia clínica
concede ao farmacêutico o poder de pensar, de imaginar, de planejar o cuidado e de
influir na saúde do paciente. A análise do conceito do papel clínico contribuirá para
reflexões sobre as dimensões envolvidas na prática e no ensino de farmácia e para
informar não só as políticas de ensino e de práticas profissionais, mas também as
políticas de saúde.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1334092 - FRANCILENE AMARAL DA SILVA
Interno - 1694328 - WELLINGTON BARROS DA SILVA
Externo à Instituição - MARCOS VALERIO SANTOS DA SILVA
Notícia cadastrada em: 21/03/2017 09:15
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