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Banca de DEFESA: ALINE SANTANA GÓES

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ALINE SANTANA GÓES
DATA: 03/03/2017
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório - Polo de Gestão
TÍTULO: Fatores de risco e desfechos clínicos associados a problemas relacionados à farmacoterapia em puérperas com hipertensão gestacional
PALAVRAS-CHAVES: Hipertensão Gestacional; Puérperas; Problemas Relacionados a Farmacoterapia
PÁGINAS: 73
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
RESUMO:

Introdução. As síndromes hipertensivas na gestação representam uma das principais causas de morbimortalidade maternas e perinatais, sendo acometidas cerca de 5-7% de todas as gestações. No Brasil, a hipertensão gestacional representa 24% das causas de óbitos maternos. Pacientes com hipertensão gestacional têm risco quatro vezes maior de desenvolver complicações ao longo da gestação e nos períodos perinatal e puerperal do que a população de grávidas normotensas. No entanto, os efeitos negativos/deletérios dos medicamentos ainda são poucos conhecidos nessas pacientes. Objetivo. Identificar os fatores de risco para o desenvolvimento de problemas relacionados a farmacoterapia no puerpério de pacientes com hipertensão gestacional. Método. Foi realizado um estudo de caso-controle prospectivo em duas maternidades escolas que atendem gestantes e puérperas com hipertensão gestacional. Resultados: 600 pacientes foram incluídas no estudo, destas 40,8% tinham idade entre 21-30 anos, 84,7% das pacientes eram de Aracaju e 25, 3% eram de Maceió, 10% das pacientes já eram hipertensas antes de engravidar, 23,4% apresentavam antecedentes familiares com pré-eclâmpsia. Das pacientes que já tinham engravidado anteriormente 19,8% na gestação anterior tiveram hipertensão gestacional, 99,2% das pacientes realizaram pré-natal, sendo que 44,3% no pré-natal já eram consideradas de alto risco devido ao aumento da pressão arterial, 55,5% foram diagnosticadas com pré- eclampsia e 59% das pacientes receberam alta hospitalar utilizando um medicamento anti-hipertensivo, 36,2% receberam 5 a 6 medicamentos no tempo em que ficaram internadas. Entre as classes terapêuticas mais prescritas, observou-se que os anti-hipertensivos foram os mais utilizados (28%). Conclusão: A identificação de fatores de risco relacionados ao desenvolvimento de problemas relacionados a farmacoterapia é fundamental para que se possa promover vigilância mais cuidadosa reduzindo a morbimortalidade materna e perinatal.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 949.166.594-49 - ALFREDO DIAS DE OLIVEIRA FILHO
Interno - 1315121 - DIVALDO PEREIRA DE LYRA JUNIOR
Externo ao Programa - 3413238 - JULIA MARIA GONÇALVES DIAS
Notícia cadastrada em: 20/02/2017 09:31
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