A UFS preocupa-se com a sua privacidade

A UFS poderá coletar informações básicas sobre a(s) visita(s) realizada(s) para aprimorar a experiência de navegação dos visitantes deste site, segundo o que estabelece a Política de Privacidade de Dados Pessoais. Ao utilizar este site, você concorda com a coleta e tratamento de seus dados pessoais por meio de formulários e cookies.

Ciente
Notícias

Banca de DEFESA: ALEXANDRE SILVA DA PAIXÃO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ALEXANDRE SILVA DA PAIXÃO
DATA: 27/02/2024
HORA: 14:00
LOCAL: Didática VII - sala 302
TÍTULO: Álvares de Azevedo, o mais byroniano dos byronianos brasileiros
PALAVRAS-CHAVES: Álvares de Azevedo. Lord Byron. Literatura comparada. Estética da recepção. Byronismo. Romantismo.
PÁGINAS: 155
GRANDE ÁREA: Lingüística, Letras e Artes
ÁREA: Letras
RESUMO:

O inglês George Gordon Byron (1788-1824), popularmente chamado de Lord Byron, emergiu como um dos moldes mais significativos no panorama global do movimento romântico. Durante o século XIX, instigado pelo poeta supracitado, o Brasil testemunhou a ascensão do byronismo, uma moda literária, uma tendência comportamental e um estado de espírito que deixou uma marca indelével na personalidade de uma considerável parte da geração da época. A obra byroniana, imbuída de ironia, sarcasmo, melancolia e orgia, atraiu irresistivelmente os leitores brasileiros oitocentistas. Por conseguinte, esse público se apropriou de fragmentos byronianos, incorporando-os diretamente em suas próprias produções por meio de epígrafes ou de forma mais sutil, a partir da transposição das temáticas aludidas. Dentre esses apreciadores, Álvares de Azevedo (1831-1852), o poeta mais destacado da segunda geração romântica brasileira, foi um leitor voraz das obras do autor inglês, cujo contato resultou em diálogos com várias obras de Byron como Cain: a mistery (2019), Childe Harold’s Pilgrimage (2019), Don Juan, Manfred: a dramatic poem (2019), Mazeppa (2019), Sardanapalus: a tragedy (2019) e The Corsair (2019), mencionando-as em toda sua produção. É válido citar que foram identificadas dezoito epígrafes na obra azevediana oriundas desses trabalhos. Diante disso, o escritor brasileiro é considerado o mais byroniano dos byronianos da literatura nacional. Com isso em mente, esta pesquisa tem o propósito de desvelar as motivações que levaram o poeta brasileiro a citar abundantemente o autor inglês e como essas referências se entrelaçam com os textos azevedianos. Com o anseio de atingir esse objetivo, a pesquisa se fundamenta na literatura comparada, uma abordagem que envolve a confrontação de literaturas de diferentes origens com o intuito de elucidar questões literárias, valendo-se dos vieses dedutivo-indutivo e analítico-interpretativo. À vista disso, este projeto encontra suporte principalmente em críticos literários como Alves (1998), Grieco (2000), Candido (2000), Cavalcante (2009), Freire (2010) e Oliveira (2011), que tratam da presença byroniana no poeta romântico. Além disso, fundamenta-se nos estudos de Lima (1979), Carvalhal (1994), Coutinho (1994), Sant’anna (2008), Brunel (2012) e Nitrini (2021), que abordam as concepções de Literatura comparada e Estética da recepção.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2251636 - ALEXANDRE DE MELO ANDRADE
Interno - 1966998 - VALTER CESAR PINHEIRO
Externo à Instituição - NATÁLIA GONÇALVES DE SOUZA SANTOS

Notícia cadastrada em: 26/01/2024 10:06
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS - - | Copyright © 2009-2024 - UFRN - bigua2.bigua2 v3.5.16 -r19279-bcba364a3c