A UFS preocupa-se com a sua privacidade

A UFS poderá coletar informações básicas sobre a(s) visita(s) realizada(s) para aprimorar a experiência de navegação dos visitantes deste site, segundo o que estabelece a Política de Privacidade de Dados Pessoais. Ao utilizar este site, você concorda com a coleta e tratamento de seus dados pessoais por meio de formulários e cookies.

Ciente
Noticias

Banca de DEFESA: CAMILO AZEVEDO SANTOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CAMILO AZEVEDO SANTOS
DATA: 04/07/2018
HORA: 14:00
LOCAL: Auditório do Departamento de Zootecnia/UEM
TÍTULO: Características qualitativas da carne de cordeiros ½ Dorper + ½ Santa Inês abatidos com diferentes espessuras de gordura subcutânea
PALAVRAS-CHAVES: alometria, cor; gordura intramuscular; Longissimus dorsi; ovinos; ultrassom
PÁGINAS: 56
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Zootecnia
SUBÁREA: Produção Animal
RESUMO:

O estudo avaliou o crescimento alométrico dos cortes comerciais, composição tecidual, índice de musculosidade da perna e características físico-químicas da carne de cordeiros ½ Dorper + ½ Santa Inês abatidos com 2,0; 3,0 e 4,0 mm de espessura de gordura subcutânea. O experimento foi realizado em parceria com a Fazenda Canafístula, localizada no estado de Sergipe, município de Nossa Senhora das Dores. Desmamados em uma mesma estação de monta, 24 cordeiros machos, não castrados, ½ Dorper + ½ Santa Inês, foram distribuídos e confinados ao acaso em três baias coletivas. Em períodos de 15 dias, os animais eram pesados e mensurada sua EGS. Os cordeiros foram abatidos com EGS estipulada. As carcaças, após esfola e evisceração, foram armazenadas em câmara fria durante 24 horas e sob temperatura de 4 ºC. As carcaças foram seccionadas longitudinalmente às vértebras. A meia-carcaça esquerda foi pesada e separada em cinco cortes comerciais: pescoço, paleta, costela, lombo e perna. Após dissecação dos cortes, foram pesados músculo, gordura subcutânea, gordura intermuscular e osso, além de calculado o índice de musculosidade da perna. Realizou-se análise de variância e, quando (P < 0,05) foram submetidos ao teste de Tukey. O crescimento alométrico foi determinado em função dos cortes comerciais em relação a meia-carcaça e, em seguida em função dos componentes teciduais em relação ao respectivo corte comercial. Para as características físico-químicas da carne foram colhidos os parâmetros de pHinicial e pHfinal após 1 hora e após 24 horas, respectivamente. Além disso, as EGS foram mensuradas com paquímetro e através de fotografias do músculo Longissimus dorsi entre a 12ª e 13ª vértebras. Ainda foram realizadas medidas da cor da carne e gordura subcutânea para os parâmetros de luminosidade, intensidade de vermelho, intensidade de amarelo, (L*, a* e b*), respectivamente e, posteriormente calculados tonalidade e croma. Realizaram-se análises por imagem, com auxílio do software ImageJ® no músculo Longissimus dorsi entre a 12ª e 13ª vértebras obtendo-se dados como a área de olho de lombo (AOL), profundidade, comprimento e grau de marmoreio desse músculo. Para as características químicas, foram avaliados umidade, proteína, cinzas e lipídios totais. Os dados foram submetidos a uma análise de variância e submetidos ao teste Student com significância (P < 0,05). Para os cortes do pescoço, os cordeiros com 2,0 e 4,0 mm de EGS apresentaram crescimento precoce, diferente dos cordeiros abatidos com 3,0 mm de EGS. Para o corte paleta, os animais com 2,0 e 4,0 mm mostraram ter um crescimento precoce. Já a paleta dos animais com 3,0 mm de EGS tiveram crescimento tardio. A costela apresentou crescimento isogônico para cordeiros com 2,0 e 3,0 mm de EGS. Diferentemente dos animais que foram abatidos com 4,0 mm de EGS, que tiveram um crescimento precoce. No corte lombo, os cordeiros com 2,0 e 3,0 mm tiveram crescimento heterogônico negativo. O que não ocorreu com os cordeiros com 4,0 mm que mostraram ter um crescimento proporcional a meia carcaça. A perna foi o corte que apresentou um crescimento precoce para os animais abatidos com diferentes EGS e foi o corte que melhor correlacionou-se com a meia carcaça. Já as EGS ao abate, medidas com paquímetro, mostraram diferenças para 2,0 mm, 3,0 mm e 4,0 mm de EGS. Com relação à mensuração da EGS por fotografia, observou-se diferença apenas para o tratamento com 2,0 mm de EGS. As demais características não apresentaram diferenças entre cordeiros abatidos com diferentes EGS. Em função do crescimento alométrico, recomenda-se o abate de cordeiros ½ Dorper + ½ Santa Inês, com 4,0 mm de EGS, por apresentarem melhores rendimentos de cortes de paleta e perna, ao mesmo tempo que a qualidade da carne não apresentou alterações quanto a características físico-químicas.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - CLAUDETE REGINA ALCALDE
Presidente - 210.706.950-68 - FRANCISCO DE ASSIS FONSECA DE MACEDO
Externo à Instituição - MAGALI SOARES DOS SANTOS POZZA

Notícia cadastrada em: 20/06/2018 15:47
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS - - | Copyright © 2009-2022 - UFRN - ema2.ema2 v3.5.16 -r17722-925b7210d0