UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 30 de Novembro de 2022

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Notícias

Banca de DEFESA: SÉRGIO ROBERTO SANTOS DE SANTANA
27/05/2022 17:02


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: SÉRGIO ROBERTO SANTOS DE SANTANA
DATA: 30/05/2022
HORA: 14:30
LOCAL: Videoconferência
TÍTULO: A INDUSTRIALIZAÇÃO DO NORDESTE: ANÁLISE DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO DO NORDESTE EM COMPARAÇÃO AO BRASIL NO PERÍODO DE 2000-2019
PALAVRAS-CHAVES: Indústria de Transformação; Desenvolvimento Regional; Política Industrial; Desindustrialização.
PÁGINAS: 90
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Economia
SUBÁREA: Economia Regional e Urbana
ESPECIALIDADE: Economia Regional
RESUMO:

A presente pesquisa propõe trazer uma análise da indústria de transformação da região Nordeste em comparação ao Brasil no período de 2000 – 2019. O Nordeste brasileiro apresentou na década de 1970 taxas de crescimento maiores em relação ao Brasil, decorrentes de vários fatores que modificaram a sua estrutura produtiva no século XX. Diante disso, a indústria brasileira passara por uma desindustrialização que causou implicações em seu desenvolvimento e levantou discussões no meio acadêmico a respeito da existência ou não dessa desindustrialização. Entretanto, podemos salientar que existe uma ponte entre a indústria e o sistema capitalista. Com isso, poderia surgir uma política industrial no seu cenário para mostrar o papel imprescindível que o Estado tem de participar em sua indústria, direcionando para o desenvolvimento nacional e regional. Além disso, a pesquisa mostra as comparações que o Nordeste teve nessa periodização em relação ao Brasil, através dos bancos de dados do IBGE, PNAD contínuo, análise do IEDI, RAIS e pelos seus indicadores socioeconômicos (PIB, renda, lucro, serviços, exportação e importação e no seu PIB per capita). Porém, no contexto Cepalino de colocação de substituição de importações, depois da grande depressão de 1929, houve uma disparidade das desigualdades regionais brasileiras, onde a região nordestina teve um espaço de baixa competitividade na sua produção de produtos manufaturados. Ademais, a região do Nordeste não foi diferente na economia brasileira em seu comportamento e tinha atividade industrial muito significativa que por sua vez atendia ao seu mercado interno. Dessa maneira, substituição de importação que foi implantado teve uma representatividade bastante singular na economia do Brasil, fato que na região do Nordeste brasileiro não foi possível nenhum fator de perda, pois as limitações complementares no desenvolvimento, porque com a concentração da dinâmica industrial que limitaria um espaço nacional coube ao Nordeste utilizar as reduções dos benefícios do comércio inter-regional. Por fim, a desconcentração industrial resultou em menos efeitos na redução das desigualdades regionais, porque ela pode ocorrer em maior proporção nos segmentos de menos intensidade tecnológica e de menor produtividade; mas, para isso, não basta somente desconcentrar a indústria de transformação direcionada à desigualdade regional, faz-se necessário elaborar políticas públicas que incentivem a intensidade tecnológica nos processos e que estas busquem no contexto nacional e também nas regiões menos dinâmicas incorporar atividades de maior valor agregado e um melhor nível tecnológico na sua indústria para ser direcionado ao sistema produtivo brasileiro no mercado internacional a longo prazo.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 426500 - ELMER NASCIMENTO MATOS
Interno - 173.107.094-20 - RICARDO OLIVEIRA LACERDA DE MELO
Externo à Instituição - FERNANDO CÉZAR DE MACEDO MOTA

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