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Banca de DEFESA: JOYCEANE ALVES DE OLIVEIRA
01/02/2022 11:18


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOYCEANE ALVES DE OLIVEIRA
DATA: 24/02/2022
HORA: 14:00
LOCAL: Online
TÍTULO: Avaliação da Resposta Imunológica Humoral e Celular após Vacinação com CoronaVac em Idosos Institucionalizados
PALAVRAS-CHAVES: SARS-CoV-2. Vacinas. Imunossenescência. COVID-19
PÁGINAS: 68
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Farmácia
RESUMO:

A COVID-19 (Coronavirus Disease-2019) é uma doença infecciosa com mais de 340 milhões de casos no mundo confirmados até janeiro de 2022, e cerca de cinco milhões de mortes. Adultos com idade avançada e com comorbidades estão relacionados aos casos mais graves, pois o envelhecimento pode gerar diminuição da resposta imunológica em um processo denominado imunossenescência. Institutos de pesquisa investiram no desenvolvimento de vacinas com a finalidade de indução de memória imunológica, sendo estas consideradas medidas eficazes de proteção individual e coletiva contra doenças infecciosas. Entretanto, estudos sobre a efetividade da imunização em idosos ainda são escassos, e não se sabe exatamente como será o comportamento das vacinas nessa população. O objetivo desta pesquisa foi avaliar a resposta imunológica conferida pela vacina CoronaVac em idosos e profissionais de instituições de longa permanência para idosos (ILPIs). Esta dissertação está dividida em dois capítulos que avaliaram a resposta imunológica humoral e celular, respectivamente. O primeiro capítulo analisou a resposta imunológica humoral por meio da produção dos anticorpos neutralizantes (NAb) após a vacinação com CoronaVac em idosos no Brasil. Amostras de sangue foram coletadas 30 e 90 dias após a vacinação e a resposta NAb foi medida por imunoensaio fluorescente. Comparando a produção de NAb no D30 entre o grupo dos idosos 79 (65,3%) e dos profissionais de saúde 39 (78,0%), não foram encontradas diferenças entre eles (p = 0,10). Noventa dias após a vacinação, as diferenças entre os grupos permaneceram insignificantes (idosos: 75 [62,0%], profissionais: 35 [70,0%]; p=0,32). Na comparação entre os sexos, foi observado um aumento no percentual médio de neutralização entre as mulheres idosas (10,0 ± 25,6; p=0,02) e declínio entre os homens idosos (-9,3 ± 25,7; p=0,01) 90 dias após a vacinação. Este estudo mostrou um declínio de anticorpos neutralizantes nos homens idosos durante os primeiros três meses após a vacinação com CoronaVac. No segundo capítulo, foi avaliada a resposta imunológica celular por meio da análise do perfil leucocitário e expressão dos linfócitos T (LT) CD3+, CD4+ e CD8+ empregando imunofenotipagem por citometria de fluxo, em idosos 30 dias após duas doses da vacina CoronaVac. Foi observado aumento da expressão dos linfócitos T CD3+ e CD4+ nos idosos vacinados (p=0,0010 e p=0,0383) em comparação aos jovens.

Apresentaram também aumento no número total LT CD4+ e LT CD8+ de memória efetora com fenótipo CD45RA- CCR7- (p=0,0471 e 0,0138). Avaliando as diferenças entre os sexos dos idosos, observou-se que os homens apresentaram aumento no número total de LT CD8+ (p=0,0464) e LT CD8+ de memória efetora com fenótipo CD45RA- CCR7- (p=0,0199) quando comparados com as mulheres; e diminuição nos LT CD4+ de memória central com fenótipo CD45RA− CCR7+ (p= 0,0440). Estes resultados podem indicar um aumento na resposta imune celular dos idosos ao imunizante, principalmente nos homens, e que esta proliferação de células de memória seria responsável pela produção dos anticorpos neutralizantes, corroborando com os dados do primeiro artigo que não demonstrou diferença na produção dos anticorpos entre idosos e jovens.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2445308 - ADRIANO ANTUNES DE SOUZA ARAUJO
Externo à Instituição - CARLOS ARTHUR CARDOSO ALMEIDA
Presidente - 1467719 - LUCINDO JOSE QUINTANS JUNIOR

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