UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 22 de Junho de 2021


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Banca de QUALIFICAÇÃO: POLIANA DE JESUS SANTOS
09/03/2021 10:23


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: POLIANA DE JESUS SANTOS
DATA: 07/04/2021
HORA: 09:00
LOCAL: On-line
TÍTULO: Efeitos agudos do treino de estabilização do core de alto e baixo volume na modulação endógena da dor em mulheres com dor lombar crônica inespecífica: um estudo crossover
PALAVRAS-CHAVES: Dor lombar crônica; exercício físico; analgesia; mulheres.
PÁGINAS: 63
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Fisiologia
RESUMO:

Introdução: A dor lombar crônica (DLC) é um dos problemas de saúde mais comuns no mundo, sendo as mulheres as mais acometidas. Na maioria dos casos, não apresenta uma causa ou doença que justifique os sintomas, caracterizando-a como dor lombar crônica inespecífica (DLCI). Nesse sentido, pesquisas voltaram-se para buscar modalidades analgésicas para DL, dentre elas o treino de estabilização do core, vem sendo indicado na literatura como uma opção eficaz no alivio da dor nessa população. Embora tenha-se estudado muito sobre esse treinamento, não há na literatura, um consenso sobre o volume adequado para induzir analgesia nesses indivíduos. Com isso, o objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito de uma sessão de treinamento de estabilização do core de alto e baixo volume na modulação endógena da dor em mulheres com DLCI. Metodologia: Trata-se de um ensaio randomizado cruzado e cego em relação ao avaliador. Participaram do estudo dezoito voluntárias, elas foram submetidas a duas sessões do treinamento de estabilização do core: alto e baixo volume, respeitando o intervalo de quarento e oito horas entre cada sessão. Foram utilizadas três medidas quantitativas do teste sensorial pré e pós intervenção para caracterizar o processamento da dor das pacientes: limiar de dor à pressão (LDP); soma temporal da dor (ST) e modulação condicionada da dor (MCD). Resultados: A análise estatística mostrou diferença significativa do tempo, em relação ao fator tempo no LDP em L3, L5 e tibial anterior (p<0,05). Quando observado a interação tempo*treino não houve significância para nenhuma das variáveis. O treino de alto volume não mostrou diferença significativa do tempo para nenhuma das variáveis. Já a sessão de treinamento de baixo volume, apresentou resultados significativos para L5 (pré 3,21 ± 1,42; pós 3,58 ± 1,61; p<0,05) e tibial anterior (pré 4,49 ± 1,67; pós 5,02 ± 1,78; p <0,01). Não houve diferença significativa do tempo (pré e pós) entre os treinamentos, para MCD. Quando comparado o treino de alto e baixo volume também não houve diferença significativa nesta variável. Na variável ST não houve diferença de pré para pós em nenhuma dos treinos. Quando comparado o treino de alto e baixo volume, o treino baixo volume apresentou diferença significativa apenas para a medida 30ºs (p≤0,05). Conclusão: O treino de estabilização do core de baixo volume produz analgesia local e hipoalgesia secundária, demonstrada através do aumento nos LDPs em L5 e tibial anterior. No entanto, uma única sessão dos protocolos de tratamento proposto, não foi capaz de ativar as vias inibitórias descendentes endógenas e diminuir a sensibilização central nessa população.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1698148 - ENILTON APARECIDO CAMARGO
Interno - 1656787 - JOSIMARI MELO DE SANTANA
Externo à Instituição - LARISSA RESENDE OLIVEIRA

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