UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 28 de Setembro de 2021


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Banca de DEFESA: ANA CLAUDIA GALVAO XAVIER
15/01/2021 11:23


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANA CLAUDIA GALVAO XAVIER
DATA: 20/01/2021
HORA: 09:00
LOCAL: meet.google.com/bzs-tfyz-mjh
TÍTULO: ESTUDO PROSPECTIVO SOBRE ÍMÃS PERMANENTES DE TERRAS RARAS
PALAVRAS-CHAVES: Prospecção tecnológica; Patentometria; Ímãs permanentes.
PÁGINAS: 80
GRANDE ÁREA: Outra
ÁREA: Multidisciplinar
RESUMO:

As Terras Raras, nas últimas décadas, assumiram importância no mercado mundial de commodities, diante de serem cada vez mais empregadas na fabricação de produtos com alto valor tecnológico e equipamentos associados às tecnologias limpas, como: células fotovoltaicas, turbinas eólicas e motores elétricos. Sua relevância deve-se tanto pelo crescimento do nível de industrialização dos países, quanto pelo aumento populacional, e por serem vitais nas áreas de: produção de energia, comunicações, indústria aeroespacial, medicina, aplicações de defesa, produção de combustíveis fósseis e agricultura. Atrás apenas da China, o Brasil desponta, no cenário mundial, como o segundo maior possuidor de reservas lavráveis de terras raras. Nesse sentido, o Governo Federal colocou em pauta o apoio às políticas públicas de incentivo à pesquisa e inovação e às cadeias produtivas estratégicas para que o país, não só exporte as terras raras, mas que agregue valor em produtos e equipamentos que as empregam, como o caso da produção dos ímãs permanentes de terras raras, utilizados em turbinas eólicas e motores elétricos para veículos híbridos e elétricos. Assim, as terras raras são insumos primordiais para o desenvolvimento e competitividade da indústria de produtos de alto valor tecnológico e por contribuírem para a produção e o uso de energias renováveis. Diante disto, este estudo teve como objetivo diagnosticar o panorama das tecnologias relacionadas aos ímãs permanentes de terras raras, através do uso de técnicas de prospecção tecnológica, especificamente a patentometria, nas bases de patentes do Escritório Europeu de Patentes/ESPACENET e Instituto Nacional de Propriedade Industrial do Brasil, entre os anos de 1982 e 2018, recuperando-se 748 documentos de patentes. O Japão é o maior depositante com 462 patentes concedidas, no referido período. Entretanto, nos últimos dez anos, a China destaca-se como a maior depositante. Dentre as dez principais organizações depositantes, sete são japonesas e três chinesas, das quais duas Universidades (University os Science and Technology Beijing e Beijing University of Technology) com 15 patentes cada uma. Na base do Instituto Nacional de Propriedade Industrial, o total de depósitos, no período de 1982 a 2018, foi 15, dos quais três referem-se a patentes concedidas. Analisando-se esses pedidos, 11 têm procedência de empresas japonesas, e os demais são da França (1), Alemanha (1) e China (1). Chama-se atenção para inexistência de depositantes ou inventores brasileiros, fato que alerta para ausência de tecnologias nacionais e a necessidade de incentivos à mineração, à formação de parcerias e investimentos em pesquisa. Espera-se que este estudo se torne significativo por sinalizar oportunidades de geração de conhecimento para decisões nas políticas públicas de fomento às cadeias produtivas de terras raras e incentivar o desenvolvimento de pesquisas tecnológicas em ímãs permanentes de terras raras, que venham tornar o Brasil um player no segmento.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 1683778 - ELMA REGINA SILVA DE ANDRADE WARTHA
Presidente - 469.525.940-00 - JONAS PEDRO FABRIS
Interno - 380.837.950-20 - SUZANA LEITAO RUSSO

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