UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 22 de Junho de 2021


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Banca de QUALIFICAÇÃO: ANDRÉ LUIZ SILVA SANTOS
01/12/2020 15:16


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANDRÉ LUIZ SILVA SANTOS
DATA: 18/12/2020
HORA: 14:00
LOCAL: On-line
TÍTULO: EFEITOS DO TREINAMENTO DE RESISTÊNCIA NA RESPOSTA NOCICEPTIVA E NAS FUNÇÕES MOTORAS EM MODELO ANIMAL DE DOR CRÔNICA MUSCULAR DIFUSA
PALAVRAS-CHAVES: Fibromialgia; Dor crônica; Hiperalgesia; Atividade física; Treinamento de resistência
PÁGINAS: 52
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Fisiologia
RESUMO:

A fibromialgia (FM) é caracterizada por diferentes fatores como dor muscular esquelética crônica, desregulação do controle autonômico cardíaco e desequilíbrio dos biomarcadores inflamatórios. Tais condições estão associadas com aumento da fadiga, redução da capacidade funcional, dentre outros. O uso de fármacos é comumente recomendado, principalmente os tricíclicos, no entanto, as reações adversas conferem empecilhos significantes. Assim, como tratamento não farmacológico para a FM, o treinamento de resistência (TR) tem sido amplamente recomendado. Porém, nenhum estudo experimental avaliou o efeito desse método de treinamento no modelo animal que mimetiza a FM. Sendo assim, o objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos do TR no modelo animal de dor crônica muscular difusa (DCMD). Para isso, 24 ratos machos wistar foram alocados em quatro grupos: treinamento de resistência (TR), controle do TR, amitriptilina (AMITRIP) e controle da AMITRIP, todos mantidos no protocolo por 4 semanas. Foram avaliados o limiar mecânico sensitivo, deslocamento motor, antes e após indução do modelo DCMD e, antes do tratamento, a cada semana e no término. Além da coordenação motora (avaliada semanalmente) e a força muscular de membros posteriores (avaliada quinzenalmente) até o final do protocolo. Os animais com DCMD tratados com TR e AMITRIP aumentaram o limiar mecânico (p<0,05), sugerindo redução da hiperalgesia mecânica. No entanto, não foi possível observar melhora do deslocamento motor e da coordenação motora (p>0,05). Porém, animais com DCMD que realizaram o TR foram capazes de aumentar a força muscular dos membros posteriores (p<0,0001). Esses resultados sugerem que o TR induz melhora a sensibilidade cutânea, força muscular, mas não a atividade motora de modelo animal de dor crônica muscular difusa.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1763997 - JOSE RONALDO DOS SANTOS
Externo à Instituição - THARCIANO LUIZ TEIXEIRA BRAGA DA SILVA
Externo à Instituição - THIAGO ABNER DOS SANTOS SOUSA

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