UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 16 de Junho de 2021


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Banca de DEFESA: ROGÉRIO SANTOS ALVES
05/11/2020 21:32


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ROGÉRIO SANTOS ALVES
DATA: 17/11/2020
HORA: 13:00
LOCAL: https://meet.google.com/uzg-cspw-xjt
TÍTULO: OS CAVALEIROS DA TRISTE FIGURA: UMA EXPERIÊNCIA DECOLONIAL A PARTIR DE UM PROCESSO ARTÍSTICO DE CRIAÇÃO CÊNICA COM O GRUPO TEATRAL BOCA DE CENA DE ARACAJU-SE
PALAVRAS-CHAVES: Bugio. Grupo Teatral Boca de Cena. Os Cavaleiros da Triste Figura. Culturas populares. Decolonialidade.
PÁGINAS: 164
GRANDE ÁREA: Lingüística, Letras e Artes
ÁREA: Artes
RESUMO:

Esta pesquisa objetiva analisar os elementos das culturas populares ao evidenciar questões políticas e estéticas assim como repensar as presenças dentro do espetáculo teatral “Os Cavaleiros da Triste Figura”, realizado pelo grupo teatral sergipano Boca de Cena, e que teve como inspiração o romance de Miguel de Cervantes, Dom Quixote de La Mancha. Para tanto, recorrerei à trajetória do espetáculo em estudo, como forma de analisar e situar o emprego do conceito de culturas populares na perspectiva pós-colonial trabalhada por Homi Bhabha (Entre-lugar), Nestor Garcia Cancline (Culturas Híbridas), Boaventura de Souza Santos (Foco de Resistência), Stuart Hall (Identidade na Modernidade). Nesse sentido, uso os registros produzidos pelo próprio grupo teatral, bem como todas as evidências empíricas produzidas durante a construção do espetáculo até o seu contato com o público, os depoimentos e as experiências relatadas pelos envolvidos no projeto cênico. Para atingir os objetivos propostos, uso como metodologia de trabalho a pesquisa exploratória, utilizo consultas bibliográficas e documentais e associo-as às informações visuais e análises do acervo: fotografias, entrevistas e vídeos do processo de montagem do espetáculo. Além disso, aplico o método da “observação participante”, como aborda Márcio Luiz Marietto (2014), e da escrevivência trabalhado por Conceição Evaristo (2006), sem perder de vista o conceito de “lugar de fala” de Djamila Ribeiro (2017), além do uso da “análise do conteúdo” na perspectiva de Bardin (2009) como forma de situar e entender a presença e usos das culturas populares em uma perspectiva de hibridismo cultural na construção e realização do espetáculo. Palavras-chave: Bugio. Grupo Teatral Boca de Cena. Os Cavaleiros da Triste Figura. Culturas populares. Decolonialidade. RESUMO Esta pesquisa objetiva analisar os elementos das culturas populares ao evidenciar questões políticas e estéticas assim como repensar as presenças dentro do espetáculo teatral “Os Cavaleiros da Triste Figura”, realizado pelo grupo teatral sergipano Boca de Cena, e que teve como inspiração o romance de Miguel de Cervantes, Dom Quixote de La Mancha. Para tanto, recorrerei à trajetória do espetáculo em estudo, como forma de analisar e situar o emprego do conceito de culturas populares na perspectiva pós-colonial trabalhada por Homi Bhabha (Entre-lugar), Nestor Garcia Cancline (Culturas Híbridas), Boaventura de Souza Santos (Foco de Resistência), Stuart Hall (Identidade na Modernidade). Nesse sentido, uso os registros produzidos pelo próprio grupo teatral, bem como todas as evidências empíricas produzidas durante a construção do espetáculo até o seu contato com o público, os depoimentos e as experiências relatadas pelos envolvidos no projeto cênico. Para atingir os objetivos propostos, uso como metodologia de trabalho a pesquisa exploratória, utilizo consultas bibliográficas e documentais e associo-as às informações visuais e análises do acervo: fotografias, entrevistas e vídeos do processo de montagem do espetáculo. Além disso, aplico o método da “observação participante”, como aborda Márcio Luiz Marietto (2014), e da escrevivência trabalhado por Conceição Evaristo (2006), sem perder de vista o conceito de “lugar de fala” de Djamila Ribeiro (2017), além do uso da “análise do conteúdo” na perspectiva de Bardin (2009) como forma de situar e entender a presença e usos das culturas populares em uma perspectiva de hibridismo cultural na construção e realização do espetáculo.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 4205099 - FERNANDO JOSÉ FERREIRA AGUIAR
Interno - 1623728 - NEILA DOURADO GONCALVES MACIEL
Interno - 881.142.605-72 - ALEXANDRA GOUVEA DUMAS
Externo ao Programa - 1771104 - GERSON PRAXEDES SILVA

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