UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 21 de Outubro de 2020


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Banca de DEFESA: CINDI GUIMARAES MARINHO COUTINHO
27/08/2020 07:59


Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CINDI GUIMARAES MARINHO COUTINHO
DATA: 11/09/2020
HORA: 09:00
LOCAL: PLATAFORMA VIRTUAL A SER DEFINIDA
TÍTULO: Avaliação da vasorreatividade cerebral, um marcador substituto da doença cerebrovascular, na deficiência congênita e isolada de GH
PALAVRAS-CHAVES: GH, receptor do GHRH, IGF-I, vasorreatividade cerebral, Doppler Transcraniano
PÁGINAS: 71
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

Introdução: A doença cerebrovascular é uma das principais causas de morte e incapacidade. O excesso de peso, a glicemia alterada, a pressão arterial descontrolada, o colesterol elevado, o sedentarismo e o tabagismo são fatores de risco para doenças cardiovasculares e cerebrovasculares. O papel do eixo GH / IGF-I no risco da doença cerebrovascular é controverso. Pacientes com deficiência de GH (DGH) no cenário de hipopituitarismo geralmente exibem fatores predisponentes à doença cerebrovascular, como baixa geração de óxido nítrico, disfunção endotelial, aumento da massa de gordura visceral, aumento dos níveis de colesterol LDL e aumento da espessura médio-intimal carotídea (EMIC), um marcador substituto da aterosclerose. No entanto, vários fatores confundidores, como lesão primária hipotalâmica-hipofisária, terapias de reposição hormonal, consequências de cirurgia e radioterapia, podem influenciar essa relação.

Objetivo: Avaliar a vasorreatividade cerebral, um marcador substituto de doença cerebrovascular, em indivíduos adultos com deficiência isolada e congênita de hormônio de crescimento (DIGH), não tratada, devido à mutação c.57 + 1G> A no gene do receptor do hormônio liberador do GH (GHRH).

Métodos: Trata-se de um estudo transversal com 25 indivíduos adultos com DIGH e 25 controles pareados por idade e sexo. Entrevista, exame físico, exames laboratoriais com perfil metabólico, cálculo do escore de risco de Framingham, medição da EMIC e Doppler transcraniano foram realizados. A hemodinâmica intracraniana foi avaliada pela velocidade média de fluxo (VMF), índices de pulsatilidade (IP) e de resistência (IR) e o índice de apneia, pós estímulo vasodilatador com hipercapnia, foi calculado.

Resultados: Os grupos DIGH e controle foram semelhantes no tocante aos fatores de risco cardiovasculares, inclusive o escore de risco de Framingham. A espessura médio-intimal carotídea, a velocidade média de fluxo, os índices de pulsatilidade, de resistência e de apneia também foram similares entre os grupos. Houve correlação positiva entre idade com EMIC, idade com IP e idade com IR, bem como entre glicemia de 2 horas ao teste oral de tolerância à glicose com EMIC e com IR e entre a EMIC com IP e a EMIC com IR.

Conclusão: a DIGH congênita não tratada não causa comprometimento da vasorreatividade cerebral.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 3204497 - FRANCISCO DE ASSIS PEREIRA
Interno - 2380197 - JOSELINA LUZIA MENEZES OLIVEIRA
Presidente - 426411 - MANUEL HERMINIO DE AGUIAR OLIVEIRA

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