UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 20 de Outubro de 2020


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Banca de QUALIFICAÇÃO: GERLIS DE SOUZA BRITO
18/08/2020 10:04


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: GERLIS DE SOUZA BRITO
DATA: 18/08/2020
HORA: 14:00
LOCAL: https://meet.google.com/mqn-bytu-qco
TÍTULO: REDES DE COOPERAÇÃO INFORMAIS ENTRE EMPREENDEDORES DIGITAIS: UMA ANÁLISE DA SUA FORMAÇÃO E ASPECTOS DE TRABALHO
PALAVRAS-CHAVES: Redes de cooperação, empreendedores digitais, trabalho
PÁGINAS: 50
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Administração
SUBÁREA: Administração de Setores Específicos
RESUMO:

De acordo com Godfrey (2011), as atividades informais determinam uma fronteira relevante para novas pesquisas; no campo de redes de cooperação, o que se verifica é que tem aumentado com rapidez a quantidade e a qualidade das pesquisas nesta área, o que foi capaz de estabelecer um campo estruturado de estudos no Brasil (BALESTRIN; VERSCHOORE; JUNIOR, 2010). Num contexto de avanço tecnológico que permite o trabalho remoto, não fixo, informal, dependente de outros profissionais para formar um trabalho comum, as redes de cooperação formais ou informais tipificam um modo de se relacionar neste cenário para produzir trabalhos conjuntos. Com os novos canais de interação virtual, fóruns, redes de contato informal etc., a possibilidade de buscar parceiros para atuar em projetos ou trabalhos por tempo determinado tem sido utilizada por muitos empreendedores digitais que trabalham com novas tecnologias e redes sociais para formar parcerias que são esporádicas ou permanentes dependendo das demandas ou situações postas pelos clientes. As redes de cooperação horizontal promovem a colaboração entre empresas que atuam no mesmo setor realizando atividades conjuntas ou complementares para um resultado positivo (WEGNER et al., 2004). Relações que surgem da necessidade de construção de um trabalho conjunto podem se dar em vários contextos e assumem várias dimensões que devem ser analisadas tomando a perspectiva de que são dinâmicas e ultrapassam a realidade formal do trabalho. Amato Neto (2000) faz observações conclusivas a respeito das redes de cooperação assegurando que elas emergem de diversas formas, inclusive como organizações virtuais, incubadoras de empresas, parques tecnológicos e outros. Levando em conta estes aspectos, as redes de cooperação informal entre empreendedores digitais, abre um espaço importante para a investigação científica por se tratar de um campo dinâmico onde surgem diversas possibilidades de empreender e trabalhar em parceria para obter resultados. De fato, as oportunidades possibilitadas por um mundo integrado por tecnologia que confere rapidez e segurança à comunicação, permite que novas formas de associação sejam construídas, sendo as redes de cooperação beneficiadas pela proliferação de novos instrumentos tecnológicos que ligam as pessoas de diversos lugares, talentos e capacidade de trabalho, para se unirem com objetivos comuns. Surge daí, a oportunidade de efetuar esta pesquisa pela relevância e contribuição a esta área e é neste contexto que o problema de pesquisa formulado para este projeto encontra escopo e deseja respostas elucidativas para esclarecer: Como se constituem as relações informais de cooperação entre empreendedores digitais e como estas se consolidam na formação de uma rede de trabalho digital.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2550927 - JEFFERSON DAVID ARAUJO SALES
Interno - 1305647 - ROSANGELA SARMENTO SILVA
Externo à Instituição - ROMMEL DE SANTANA FREIRE

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