UFS › SIGAA - Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas São Cristóvão, 20 de Outubro de 2020


Notícias

Banca de QUALIFICAÇÃO: VICTOR FERNANDO ALVES CARVALHO
27/07/2020 14:28


Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: VICTOR FERNANDO ALVES CARVALHO
DATA: 26/08/2020
HORA: 16:00
LOCAL: A ÉTICA DO CUIDADO E A JUSTIÇA RESTAURATIVA: quando a feminilidade e o direito se encontram
TÍTULO: A ÉTICA DO CUIDADO E A JUSTIÇA RESTAURATIVA: quando a feminilidade e o direito se encontram
PALAVRAS-CHAVES: ética do cuidado; Justiça Restaurativa; justiça feminina; interconexão.
PÁGINAS: 72
GRANDE ÁREA: Ciências Sociais Aplicadas
ÁREA: Direito
RESUMO:

O trabalho da filósofa e psicóloga estadunidense Carol Gilligan revelou os limites da teoria tradicional sobre desenvolvimento moral, oriunda dos estudos de Lawrence Kohlberg. Inconscientemente, Kohlberg universalizou para todos os seres humanos experiências morais próprias do universo masculino, ignorando, assim, uma ética própria da experiência das mulheres – a ética do cuidado, pautada na interconexão, empatia, comunicação e responsabilidade diante das necessidades e expectativas concretas do outro. Ao mesmo tempo em que seu trabalho foi revolucionário para a psicologia, Gilligan abriu caminho para o direito questionar em que medida seu paradigma hegemônico de justiça está ancorado em pressupostos tradicionalmente masculinos, como a racionalidade, imparcialidade, neutralidade, objetividade e autonomia individual. Nesse cenário, a Justiça Restaurativa – JR – tem se destacado por ser um modelo de justiça que, ao resgatar elementos da ética do cuidado, questiona os pressupostos da cultura do patriarcado, focando nas necessidades das pessoas, na não violência, na restauração de laços rompidos e numa compreensão relacional e intersubjetiva da vida humana. Nesse sentido, o problema da presente pesquisa é: o modelo da Justiça Restaurativa é um modelo feminino de compreensão dos conflitos humanos, ancorado na ética do cuidado? A Justiça Restaurativa poderia ser chamada de uma justiça feminina? Foram levantadas duas hipóteses preliminares: a primeira é que a JR seria, sim, um modelo de justiça feminino, e a segunda, mais ampla, é que a JR seria um modelo de justiça integral, por não abandonar completamente a ética masculina de princípios e direitos. O método utilizado pelo presente trabalho é o hipotético-dedutivo, e a técnica de pesquisa é a revisão bibliográfica.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1693049 - DANIELA CARVALHO ALMEIDA DA COSTA
Interno - 2125535 - KARYNA BATISTA SPOSATO
Interno - 2633185 - MIRIAM COUTINHO DE FARIA ALVES

SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação/UFS | Telefonista/UFS (79)3194-6600 | Copyright © 2009-2020 - UFRN v3.5.16 -r12646-2c874e3307